Especialista alerta sobre perrengues em gestação de Rafa Kalimann: ‘Altos e baixos’
No último sábado, 19, Rafa Kalimann desabafou que os primeiros meses de sua gestação foram 'desafiadores com as mudanças na gravidez'

No último sábado, 19, Rafa Kalimann (32) usou suas redes sociais para fazer um desabafo em relação à sua primeira gestação, fruto de seu relacionamento com Nattan (26). Em seus Stories do Instagram, a influenciadora digital comemorou que estava voltando a ter ânimo em sua rotina de trabalho, além de ressaltar que os primeiros meses “não foram muito produtivos” após uma série de momentos “desafiadores com as mudanças da gravidez”.
Em entrevista à CARAS Brasil, Rafaela Schiavo explica que é normal sofrer altos e baixos durante a gestação, pelo fato da emoção chamada ambivalência. “Ambivalência é amor e frustração, são dois sentimentos opostos existindo ao mesmo tempo na mesma pessoa. Por isso que fica nesses altos e baixos. Muitas vezes, a pessoa sonhava em ser mãe, desejava estar grávida, mas, por alguns motivos, aquela gestação não está tão legal quanto ela gostaria, seja porque não planejou, seja porque está trazendo algum incômodo, algum tipo de sintoma, coisas que podem acontecer“, destaca.
“Então, a pessoa pode se sentir bem, mas pode se sentir mal também em relação à gestação. Isso é muito comum na maioria dos casos, seja uma gestação planejada ou não. Enfrentar esses altos e baixos, amor e frustração por esse momento, por essa situação, é muito comum. Os principais sintomas nesse sentido vão ser alegria e tristeza, sentimentos opostos um ao outro durante esse período“, acrescenta.
Além disso, a psicóloga perinatal reforça que, nos primeiros meses, a pessoa, muitas vezes, não sente que está grávida: “Ela vai descobrir que está grávida principalmente no primeiro trimestre. Claro que pode acontecer no segundo e terceiro também, mas, em geral, as pessoas descobrem que estão grávidas no primeiro trimestre. Se existe um planejamento, às vezes ela pode descobrir logo no início, ainda no primeiro mês. E, como nesse primeiro mês a pessoa ainda não tem barriga de grávida, ainda não sente os movimentos fetais, muitas vezes ela não se sente grávida“.
“Ela sabe que está grávida conscientemente, porque fez um teste que mostrou isso, mas ela não se sente dessa forma. Então, ainda não busca o nome para a criança, não monta o quarto, não vivencia de fato a gestação. Essa gestação passa a ser vivenciada de fato quando a barriga começa a aparecer, quando sente os movimentos fetais, e isso vai tornando o desconhecido mais conhecido: ao saber o sexo, por exemplo“, diz.
“Essa relação entre mãe e feto, pai e feto, vai sendo construída. Nos três primeiros meses, em especial, pode haver mesmo uma relação menos produtiva com o bebê, justamente por ainda ser algo muito novo, algo que acabou de ser descoberto, mas ainda sem os sinais físicos claros, como sentir os movimentos ou ver a barriga crescer“, finaliza sobre o caso da ex-BBB.
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