Bem-estar e Saúde / Ex-A Fazenda

Após acidente cirúrgico, Stéfani Bays mostra cicatriz e especialista explica tratamento: ‘Depende do tipo’

Ex-A Fazenda, Stéfani Bays sofreu acidente durante uma cirurgia nos seios

Stéfani Bays está processando hospital após cicatriz
Stéfani Bays está processando hospital após cicatriz - Foto: Reprodução/Instagram

Stéfani Bays (30) vive um momento delicado em sua trajetória. A ex-A Fazenda, que recentemente passou por uma cirurgia nos seios em São Paulo, sofreu uma queimadura de terceiro grau na perna causada por um bisturi elétrico. O episódio grave gerou danos físicos e emocionais, e a influenciadora decidiu processar o hospital responsável pelo procedimento.

Para compreender o impacto das marcas deixadas por acidentes e cirurgias, a CARAS Brasil conversou com a biomédica Mariana Eclissée, especialista em estética avançada. Ela explica que a cicatriz é muito mais do que uma marca na pele.

“A cicatriz é o resultado natural do processo de reparo da pele após uma lesão, cirurgia, queimadura ou inflamação. Ela se forma quando o corpo produz excesso de colágeno para fechar a área ferida, criando um tecido diferente da pele original”, diz. 

Segundo Mariana, o corpo humano reage à agressão acelerando a produção de fibras para proteger a região afetada. “Durante a cicatrização, o organismo acelera a produção de fibras para proteger a região. Esse processo pode variar conforme a profundidade da lesão, o tipo de pele, idade e até fatores genéticos. Por isso, algumas cicatrizes ficam mais discretas, enquanto outras tornam-se evidentes, podendo ser hipertróficas ou até queloidianas.”

No campo da estética, existem alternativas para amenizar as marcas e devolver textura à pele, preservando a saúde emocional de quem convive com cicatrizes. “Na estética avançada, os tratamentos têm como objetivo melhorar a qualidade e a aparência da cicatriz, devolvendo suavidade à pele. Entre as técnicas mais eficazes estão a radiofrequência microagulhada, lasers fracionados, bioestimuladores de colágeno, peelings controlados e protocolos regenerativos com ativos como PDRN e fatores de crescimento. A escolha depende do tipo de cicatriz e da avaliação individual de cada paciente”, fala a biomédica.

Além do aspecto físico, Mariana ressalta que lidar com cicatrizes envolve autoestima e ressignificação da própria história. “Ela expôs publicamente cicatrizes que marcaram sua trajetória pessoal, gerando identificação com muitas pessoas que também convivem com marcas na pele. Esse tipo de visibilidade ajuda a quebrar tabus e mostrar que buscar tratamento estético não é apenas sobre aparência, mas sobre autoestima, bem-estar e ressignificação da própria história”, finaliza sobre o caso da influenciadora.