No último jogo, Carlo Ancelotti ouviu aos pedidos de muitos brasileiros e colocou Endrick em campo. Apesar de boatos sobre a relação dos dois, o jogador de futebol mostrou que não tem atrito entre eles e que até pega as coisas do técnico.

Prova disso foi o saco de chicletes que o atleta pegou e saiu oferecendo para os colegas de time. Para quem nunca percebeu, Ancelotti sempre está mastigando a goma durante as partidas.

Na rede social, o momento em que Endrick apareceu oferecendo o doce para os colegas viralizou e gerou comentários. “Por isso ele te deixa no banco”, brincaram. “Me ajuda a te ajudar”, falaram outros.

O que Endrick falou no banco?

Nos primeiro jogos, Endrick ficou no banco, o que incomodou várias torcedores e o jogador também. Enquanto estava sentado ao lado de Neymar Jr., o jovem, de 19 anos, desabafou e uma leitura labial do momento foi feita. O quadro do Fantástico, Jogo Falado, entregou o que ele teria dito para o colega.

“Mas é isso, né. Uai, se eu pudesse, eu entrava, disse ele para o camisa 10 ao acompanhar a partida contra o Marrocos.

Por que Ancelotti masca chiclete toda hora?

Longe de ser apenas uma mania, o ato de mascar chicletes se tornou a tática perfeita que Ancelotti encontrou para conseguir frear a ansiedade, manter a concentração e controlar o nervosismo enquanto está acompanhando o time em campo. Dizem os bastidores da imprensa internacional que o treinador tem até uma marca preferida de gomas americanas para acompanhar os seus dias de jogo.

Essa clássica cena de Ancelotti trocando o doce várias vezes não chega a ser uma novidade para quem já o acompanhava de perto nos tempos de Real Madrid, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain e Bayern de Munique, onde ele já consumia quantidades impressionantes do produto entre o aquecimento inicial e o apito final do árbitro.