Dolly Parton teria passado os últimos anos de sua vida preocupada não apenas em construir um dos maiores patrimônios da música country, mas também em definir o destino de sua fortuna. Avaliada em cerca de US$ 450 milhões, aproximadamente R$ 2,3 bilhões, a riqueza acumulada pela cantora ao longo de décadas inclui direitos autorais, investimentos e negócios ligados ao entretenimento.
Segundo informações divulgadas pelo Daily Mail, a artista teria iniciado o planejamento da sucessão de seus bens muito antes de sua morte. A intenção seria justamente evitar que familiares entrassem em uma disputa pela herança, uma preocupação que ganhou força depois de uma experiência envolvendo a própria família.
Dolly Parton não teve filhos e era viúva
A cantora morreu aos 80 anos, em 25 de agosto de 2026, e não deixou filhos. Dolly foi casada durante seis décadas com Carl Thomas Dean, que morreu antes dela. Por isso, a definição dos beneficiários de seu patrimônio ganhou ainda mais atenção após a morte da artista.
De acordo com informações publicadas pela imprensa internacional, os 19 sobrinhos de Dolly Parton aparecem entre os possíveis beneficiários de sua fortuna. A cantora mantinha uma relação próxima com familiares e, ao longo da vida, também demonstrou preocupação em utilizar seu dinheiro para causas sociais.
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A filantropia foi, inclusive, uma das marcas da trajetória da artista. Dolly destinou valores expressivos a iniciativas voltadas à educação, leitura e apoio a comunidades. Ao longo da carreira, estimativas apontam que suas doações chegaram a centenas de milhões de dólares.
A preocupação de Dolly com a sucessão não teria surgido por acaso. No início dos anos 2000, a cantora enfrentou uma disputa judicial relacionada aos cuidados de saúde e à administração financeira de sua mãe, Avie Lee Parton.
Quem pode receber os US$ 450 milhões?
Embora os detalhes do testamento de Dolly Parton não tenham sido divulgados publicamente, os sobrinhos estão entre os nomes apontados como possíveis herdeiros. A divisão, porém, pode ser mais complexa, já que parte da fortuna está ligada a propriedades intelectuais, empresas, investimentos e direitos que continuam gerando receita.
Outra possibilidade é que uma parcela significativa do patrimônio seja destinada a instituições e projetos sociais. A relação de Dolly com a filantropia foi construída durante décadas e inclui iniciativas que beneficiaram principalmente crianças e estudantes.

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