Nepobaby trabalha? Filha de atriz reage ao ser vista no serviço: ‘Tão chocadas’
Filha de atriz e diretor de TV se pronuncia após viralizar por ser vista trabalhando: ‘Minha própria ambição'

A atriz e produtora Giulia Costa é famosa desde a infância por ser filha da atriz Flávia Alessandra com o diretor de TV Marcos Paulo (1951-2012) e enteada do apresentadora Otaviano Costa. Ela se formou em cinema e é considerada nepobaby por seguir na carreira artística como sua família. No entanto, ela reagiu ao ser flagrada trabalhando duro nos bastidores de uma gravação e ser questionada se precisa trabalhar.
Tudo começou quando Giulia Costa foi fotografada pelos paparazzi enquanto participava da equipe de produção de um projeto audiovisual no Rio de Janeiro. Ela foi vista totalmente dedicada ao seu local de trabalho. A cena viralizou e ela resolveu se pronunciar sobre os comentários de que não precisaria trabalhar por fazer parte de uma família famosa e poderia ter privilégios no ambiente profissional.
A defesa de Giulia Costa
Em um vídeo nas redes sociais, Giulia Costa defendeu o seu direito de buscar seu próprio caminho na carreira. “Achei curioso como as pessoas ficaram tão chocadas ao me ver trabalhando. Talvez porque as pessoas tenham essa ideia de que, por eu ter vindo de uma família privilegiada, já com dinheiro e do meio, eu não precise trabalhar ou eu não tenha as minhas vontades, os meus desejos e a minha própria ambição. E eu acho importante pontuar que privilégio não é sinónimo de falta de desejo próprio, nem de falta de esforço — ou não precisa ser“, disse ela.
E completou sobre o seu sonho profissional para o futuro. “Meu sonho é dirigir um dia. Eu acho importante deixar claro também essa glamorização que existe do cinema, do audiovisual, é uma ilusão. Eu acho que o cinema pode ser muito injustamente remunerado dependendo do seu cargo, do seu departamento“.
O segundo emprego: a internet
Além disso, ela falou sobre ser influenciadora digita e apresentadora de videocast com a mãe. “Eu também tenho um trabalho — no meu caso, a internet — que me ajuda a sustentar o meu estilo de vida e o meu sonho, que é o cinema, que é um dia estar dirigindo. Então, quantas pessoas não amam pintar, não amam dançar, não amam atuar e trabalham no corporativo… Ter vindo de uma família privilegiada não isenta a minha vontade, a minha ambição e os meus desejos próprios. Acho curioso como as pessoas ainda se espantam em ver uma pessoa privilegiada trabalhando e correndo atrás dos seus próprios sonhos e da sua própria ambição“, contou.
“Amo trabalhar com cinema, então sempre que eu posso, eu volto pro set e me alimento ali disso. Ter entrado nessa área, foi muito mais rápido, talvez muito mais fácil. Seria desonesto da minha parte falar que não, por conta de todo o contexto familiar que eu venho. Mas eu acho que permanecer e continuar sendo chamada mostra também que tem a ver com um esforço meu, um talento meu”, contou ela, que trabalha como assistente de direção.
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