Nos últimos dias, o projeto As Patroas, idealizado pelos influenciadores Viih Tube e Eliezer, gerou polêmicas ao ser anunciado e precisou até ser cancelado diante de tantas críticas. Após ser tirado do YouTube e das redes sociais, as funcionárias que fazem parte do reality show e trabalham para o casal, pronunciaram-se defendendo os patrões e esclarecendo que estavam gostando de fazer parte da disputa que dava prêmios.
Pronunciamento das funcionárias
Após o casal decidir apagar os vídeos das redes sociais devido à forte onda de cancelamento, a própria equipe de funcionárias decidiu se pronunciar. Em um vídeo de defesa, elas rebateram as críticas e defendendo os patrões. “A gente trabalha feliz aqui, a gente ama o que a gente faz, a gente ama os nossos patrões. Somos bem cuidadas, somos bem tratadas. E agora vocês querem cancelar o nosso reality?”, disparou a governanta Leinha, que inclusive foi chamada para ser madrinha de casamento dos patrões.
As colaboradoras destacaram três pontos principais em sua defesa:
Livre arbítrio: Todas afirmaram que sabiam das regras e concordaram em participar por vontade própria.
Oportunidade financeira: O programa era visto por elas como uma chance real de engordar o orçamento e ganhar prêmios.
Dispensam advogados: Incomodadas com a comoção da web, uma das funcionárias mandou um recado direto: “Ninguém aqui precisa de advogado não, tá? (…) Vai procurar o que fazer”.
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O Posicionamento de Eliezer e o Fim do Projeto
Antes de deletar o conteúdo, Eliezer veio a público reforçar que a participação de todos os 11 funcionários foi 100% espontânea e que não houve qualquer tipo de imposição. Mesmo com a defesa dos influenciadores e o apelo da própria equipe de colaboradores, o casal optou por recuar e retirar o reality As Patroas definitivamente das redes sociais. Apesar disso, a discussão sobre os limites éticos do entretenimento envolvendo relações de trabalho continua rendendo debates acalorados no Twitter/X e no Instagram.
O que era o reality “As Patroas”?
Lançado no final de junho, o projeto tinha uma premissa incomum: reunir 11 funcionários da residência do casal em uma competição interna. Os colaboradores disputavam bônus em dinheiro e benefícios trabalhistas. O clima pesou na internet após a exibição de uma prova específica, onde os participantes precisavam procurar moedas escondidas em lixeiras e vasos sanitários.
Para grande parte dos internautas, a dinâmica cruzou a linha do entretenimento e expôs os trabalhadores a situações constrangedoras e humilhantes.
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