A atriz Anna Faris tem uma longa carreira no cinema e na TV. Tanto que ela acumulou uma fortuna estimada em US$ 30 milhões – cerca de R$ 154 milhões -, de acordo com o site Celebrity Net Worth. Porém, ela não esperava que fosse ser confrontada pelo filho por causa de religião.
A estrela abriu o jogo sobre ter sido provocada pelo filho de 14 anos a aceitar Jesus como seu salvador por causa da religião que ele decidiu seguir.
A conversa profunda sobre religião na família da atriz
Anna Faris cresceu sem frequentar uma religião e não se incomodou com isso ao longo de sua trajetória. Porém, o filho dela, Jack, de 14 anos, fruto do antigo relacionamento com o ator Chris Pratt, decidiu ser cristão. O adolescente resolveu questionar a mãe sobre o motivo para ela não ter uma religião e ela transformou o tema em uma conversa mais profunda sobre crenças.
Em entrevista no podcast Dear Chelsea, Faris contou que ela e o filho conversam sobre religião desde que ele se assumiu como cristão. “Ele é religioso. Eu não cresci com religião. Ele me pediu para aceitar Jesus Cristo [como meu salvador]. E eu disse a ele que faria qualquer coisa por ele, inclusive isso, mas que seriam necessárias muitas conversas longas”, afirmou ela.
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Então, os dois passaram a conversar sobre as diferentes perspectivas sobre fé. “Ele simplesmente não se deixa abalar facilmente. Ele lida muito bem com as situações. Ele é impressionante porque eu tento desafiá-lo. Eu pergunto: ‘Você acha que é um luxo poder ser pró-vida?’. E ele responde: ‘Talvez’. Ou eu digo: ‘O que você acha daquele megapastor que é meio golpista?’. E ele diz: ‘Ah, megapastores são o pior tipo’. Então, eu penso: ‘Ok, ele está chegando lá’”, afirmou.
“Eu aprecio o fato de ele estar analisando a religião da maneira que faz, reconhecendo a hipocrisia e valorizo podermos ter essas longas conversas”, afirmou.
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Os destaques e as curiosidades da carreira de Anna Faris
Anna Kay Faris, conhecida mundialmente apenas como Anna Faris, é uma das figuras mais marcantes da comédia cinematográfica do início dos anos 2000. Nascida em Baltimore, Maryland, a atriz construiu uma trajetória única em Hollywood ao abraçar o humor pastelão e a sátira com coragem, expressividade e uma entrega física raramente vista entre as grandes estrelas de sua geração.
Seja interpretando mocinhas ingênuas em franquias de paródia, estrelando sitcoms de enorme audiência na televisão ou comandando projetos inovadores na mídia digital, Anna consolidou seu nome como referência na indústria do entretenimento.
O estouro global com a franquia ‘Todo Mundo em Pânico’
A carreira de Anna Faris mudou radicalmente no ano 2000, quando foi escolhida para protagonizar a comédia paródia Todo Mundo em Pânico (Scary Movie). No papel da ingênua e atrapalhada Cindy Campbell, Anna parodiou heroínas clássicas do terror como Pânico e O Chamado. O filme tornou-se um fenômeno estrondoso de bilheteria e gerou três sequências diretas estreladas pela atriz (Todo Mundo em Pânico 2, 3 e 4), transformando Cindy em uma figura cult da cultura pop.
Rainha da comédia e papéis marcantes no cinema
Após o sucesso da franquia, Anna tornou-se uma das atrizes mais disputadas para comédias de grande público e projetos aclamados pela crítica:
- Garota Mimada / Garota de Sorte (2002) e Encontros e Desencontros (2003): Demonstrou versatilidade ao atuar no aclamado longa de Sofia Coppola (Lost in Translation), interpretando a fútil atriz de ação Kelly.
- O Segredo de Brokeback Mountain (2005): Teve uma breve, porém marcante participação no aclamado drama de Ang Lee como Lashawn Malone.
- A Casa das Coelhinhas (2008): Protagonizou e produziu o filme no papel de Shelley Darlingson, uma coelhinha da Playboy expulsa da mansão que ajuda uma fraternidade universitária. A performance foi amplamente elogiada pela crítica por seu carisma e timing cômico.
- O Ditador (2012): Estreou na comédia satírica ao lado de Sacha Baron Cohen, vivendo a ativista Zoey.
O sucesso na televisão com a série ‘Mom’
Em 2013, Anna Faris fez uma transição triunfal para a televisão aberta ao protagonizar a sitcom Mom, criada por Chuck Lorre para a CBS. Ao lado da vencedora do Oscar Allison Janney, Anna interpretou Christy Plunkett, uma mãe solo e ex-alcoólatra tentando reconstruir sua vida. A série foi um sucesso absoluto de público e crítica por conseguir equilibrar comédia afiada com temas densos como vício, superação e dinâmicas familiares complexas ao longo de sete temporadas com a atriz no elenco principal.
Carreira na dublagem e pioneirismo nos podcasts
Além das telas, Anna emprestou sua voz marcante para grandes franquias de animação do cinema, como a repórter Sam Sparks em Tá Chovendo Hambúrguer (1 e 2) e a esquilo Jeanette na franquia Alvin e os Esquilos.
Em 2015, foi uma das pioneiras entre as celebridades de Hollywood ao lançar o podcast de conselhos e entrevistas Unqualified (Anna Faris Is Unqualified). O projeto tornou-se um grande sucesso de audiência, gerou um livro best-seller autobiográfico homônimo e consolidou Anna como uma entrevistadora acolhedora e bem-humorada.
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