Casada desde 2009 com publicitário, jornalista da Globo faz aparição pública com o amado
Há mais de 15 anos casada, apresentadora global posa com o esposo em evento no Rio de Janeiro; veja as fotos

Apresentadora de um dos programas mais tradicionais da Globo, jornalista fez aparição com o marido em um evento no Rio de Janeiro nesta segunda-feira, 25. A comunicadora e o amado prestigiaram Antônio Pitanga que ganhou o título de “Doutor Honoris Causa”.
Estamos falando de Maju Coutinho e o esposo dela, o publicitário e arista plástico Agostinho Paulo Moura. Juntos, eles marcaram presença no momento importante para o ator e a jornalista participou da cerimônia.
Para quem não sabe, a apresentadora do Fantástico e o publicitário são casados desde 2009 e não têm filhos. Maju Coutinho já comentou que não pretende ser mãe. Ela não descarta a maternidade e congelou óvulos caso queira ter herdeiros no futuro.
Veja as fotos de Maju Coutinho e o marido:


Maju Coutinho fala sobre pressão para engravidar
A jornalista Maju Coutinho esteve no sofá do Saia Justa e compartilhou suas reflexões sobre temas como a maternidade. Durante o papo com Eliana, Tati Machado, Bela Gil e Rita Batista, ela falou sobre a pressão e os desafios por trás da decisão de ter ou não filhos.
E ela destacou como é complexo decidir sobre a maternidade em uma sociedade que impõe diversas pressões sobre as mulheres. “Eu não fechei as portas, né? Eu já disse que não sei se quero, já tive dúvida, já disse que não queria, já repensei… O mais difícil é separar o que é genuinamente uma vontade e o que é pressão de uma cultura que diz que eu tenho que ser mãe?”, questionou. Em outro momento, Maju detalhou que congelou seus óvulos: “Eu congelei óvulos. Mas a sociedade não está preparada”.
“Você tem que tomar aquelas injeções. Só que você tem que ir de acordo com o seu corpo, e às vezes você tem que tomar a injeção no trabalho. E ninguém sabe. E você pensa: ‘eu vou falar, o chefe vai pensar que eu vou querer engravidar. Agora que eu já estou ascendendo na carreira’”, falou sobre a situação.
“Eu vivi esse dilema. Porque o remédio para congelar os óvulos, você tem que tomar na hora que o seu corpo diz, que o seu ciclo diz… Não é o horário que o seu trabalho diz. Pode ser em qualquer horário. E a sociedade não está preparada, você não tem um abraço para essas. ‘Olha, vem cá, abre o jogo, pode abrir, você não está sozinha’”, refletiu.