Aos 47 anos, Carolina Dieckmmann movimentou a internet ao compartilhar uma sequência de fotos deslumbrantes em suas redes sociais. Produzida para marcar presença em um desfile comemorativo aos 50 anos de uma marca de moda, realizado no Museu de Arte de São Paulo (MASP), a atriz roubou a cena ao exibir um visual renovado e o resultado impecável de uma intervenção estética realizada recentemente no rosto.
O segredo por trás da pele viçosa da estrela foi a aposta na radiofrequência monopolar. A tecnologia atua emitindo energia térmica de forma precisa para aquecer os tecidos profundos e estimular a produção natural de colágeno, promovendo firmeza sem alterar a fisionomia da artista. Segundo informações do site Quem, o procedimento coreano queridinho da famosa pode custar até R$ 28 mil por sessão.
Entenda o procedimento de Carolina Dieckmmann
Para alcançar o viço invejável exibido no evento paulista, Carolina Dieckmmann apostou no poder da radiofrequência monopolar. Essa tecnologia atua emitindo energia térmica de forma precisa, gerando um aquecimento supervisionado nas camadas profundas da derme. Como resultado, o organismo reage reestruturando o colágeno existente e produzindo novas fibras, o que se traduz em uma melhora contínua do tônus e da textura.
A Dra. Fernanda Nichelle, médica especialista em estética, analisa a escolha do protocolo ressaltando sua principal diferença frente aos métodos tradicionais de preenchimento. “A radiofrequência monopolar promove um aquecimento controlado dos tecidos, estimulando a produção e a reorganização do colágeno. Com isso, podemos trabalhar a flacidez, a firmeza e a qualidade da pele de maneira gradual, preservando os contornos naturais do rosto.”
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Estímulo de colágeno e efeito natural
A proteína do colágeno é a grande responsável por sustentar e dar firmeza à estrutura facial. Conforme os anos passam, sua produção sofre um declínio natural, resultando em perda de densidade, alterações na firmeza e surgimento de flacidez.
“Quando estimulamos o colágeno, buscamos melhorar a estrutura e a qualidade da pele. O resultado não é uma transformação imediata, mas uma evolução progressiva, com uma pele que pode ficar mais firme, elástica e com aspecto mais saudável”, pontua a Dra. Fernanda Nichelle.
Além dos benefícios estruturais, a técnica aprimora consideravelmente o aspecto geral da derme. A ausência de volume extra agrada quem deseja discrição máxima. “Hoje existe uma procura muito grande por procedimentos que não mudem a identidade facial. A pessoa quer continuar com o próprio rosto, mas com uma pele mais firme, bem cuidada e com melhor qualidade. É justamente aí que entram os tratamentos que estimulam o colágeno”, enfatiza a profissional.
Apesar de ser o queridinho do momento entre as celebridades, a especialista lembra que a avaliação individual é indispensável antes de qualquer aplicação. “É importante lembrar que cada pele responde de uma maneira. A radiofrequência monopolar pode ser uma excelente ferramenta, mas o tratamento precisa ser planejado de acordo com a necessidade de cada paciente. O objetivo é sempre buscar uma melhora que respeite a anatomia e mantenha a naturalidade”, conclui a médica.
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