A atriz Franciely Freduzeski enfrentou uma longa jornada até descobrir a causa dos sintomas que afetavam sua rotina. Antes de receber o diagnóstico de fibromialgia, a artista consultou 26 médicos em busca de respostas para as dores e limitações que enfrentava.
A experiência fez com que Franciely se aproximasse ainda mais do tema e buscasse conhecimento para compreender a própria condição. Ela chegou a cursar Psicologia, inicialmente como uma maneira de encontrar ferramentas que pudessem ajudá-la a lidar com os impactos da síndrome.
A história da atriz ganha destaque em meio à trama de Quem Ama Cuida, novela em que a personagem Elisa, interpretada por Isabela Garcia, também convive com a fibromialgia. Na produção, a doença é apresentada por meio das dificuldades provocadas pelas dores persistentes e pelas limitações que podem surgir no dia a dia.
Franciely enfrentou anos de dúvidas
A fibromialgia é uma síndrome caracterizada principalmente pela presença de dor generalizada, especialmente na musculatura. O quadro, porém, pode envolver uma série de outros sintomas e interferir em diferentes aspectos da vida do paciente.
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Para Franciely, a demora para encontrar uma explicação para o que sentia tornou o processo ainda mais difícil. “Quando finalmente recebi o diagnóstico, foi como se eu tivesse recuperado parte da minha identidade. Saber o que eu tinha me deu ferramentas para lutar, me tratar, me aceitar. Mudei minha rotina. Entendi que eu podia fazer as coisas de uma maneira diferente”, disse a atriz.
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Atriz transformou experiência em apoio a pacientes
Depois de conhecer mais profundamente os impactos da fibromialgia, Franciely passou a utilizar a própria experiência para ajudar outras pessoas que enfrentam a mesma condição.
A formação em Psicologia contribuiu para que ela ampliasse sua compreensão sobre os aspectos emocionais e comportamentais relacionados à doença. Atualmente, a atriz também oferece suporte a outros portadores da síndrome, compartilhando aprendizados adquiridos durante sua trajetória.
A condição é mais frequente entre mulheres: segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, de cada dez pacientes diagnosticados, entre sete e nove são do sexo feminino.
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