Após Bruna Biancardi rebater Virgínia, psicóloga analisa: ‘Proporção desmedida’
Confusão entre Bruna Biancardi e Virgínia ganha novos capítulos; a CARAS Brasil conversou com psicóloga para entender os aspectos comportamentais da polêmica

Nos últimos dias, a polêmica envolvendo Bruna Biancardi, esposa de Neymar, e a influenciadora Virgínia ganhou novos capítulos. Em entrevista ao Léo Dias, Virgínia admitiu que foi ‘sem noção’ ao ligar para o jogador de madrugada.
“Eu sempre tive esse costume de falar ou mandar mensagem de madrugada, mas reconheço que é um erro, porque tem gente que realmente não gosta. Dessa vez aprendi e pedi desculpa mesmo”.
Bruna, porém, não deixou barato. Por meio das redes sociais, ela retrucou a fala da influenciadora: “Só para encerrar esse assunto, pois, pelo visto, ela está gostando do tema, né?! Os meus problemas eu não resolvo na internet, muito menos em entrevistas — ainda mais para esse tipo de “jornalismo””.
O que uma psicóloga acha do assunto?
Para entender o sentido comportamental dessa polêmica, a CARAS Brasil conversou com a psicóloga Edwiges Parra, que disse: “A velocidade das redes sociais amplia conflitos, desgasta vínculos e, muitas vezes, transforma questões íntimas em espetáculo público”.
Tudo o que poderia ser resolvido em uma conversa privada entre as duas se transformou em um espetáculo público: “As redes funcionam como alto-falantes emocionais: aquilo que poderia ser um desentendimento restrito ao âmbito privado, ganha proporção desmedida e acaba impactando reputações, relações familiares e até contratos profissionais”.
“O imediatismo da exposição, o que mais parece como uma necessidade de autoafirmação e necessidade de atenção o tempo todo, fragiliza a reflexão e favorece reações impulsivas”, explicou.
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Como impor limites?
Sobre a necessidade de impor limites do que é falado, feito e compartilhado, a psicóloga dá uma dica: é necessário priorizar a própria paz, a saúde mental e a privacidade.
“A forma mais madura de impor limites é comunicar com objetividade, sem ataques ou justificativas em excesso, deixando claro o que se aceita ou não compartilhar. A inteligência emocional entra justamente aqui: expressar firmeza sem hostilidade, lembrando que o limite é uma forma de cuidado e não de afastamento”.
“A vida digital exige inteligência emocional para equilibrar visibilidade e privacidade. Quem escolhe impor limites com clareza, evita reagir impulsivamente e investe em preservar a intimidade, fortalece não apenas sua imagem pública, mas sobretudo sua saúde mental e maturidade”, completou.
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