Ana Paula Padrão (60) abriu as portas de seu escritório para uma visita exclusiva da CARAS e mostrou como vive sua nova fase após deixar a televisão.
O espaço, segundo ela, representa muito mais do que um ambiente de trabalho: é uma extensão de sua personalidade e dos projetos que hoje ocupam o centro de sua vida.
Logo no início da visita, Ana explicou que o escritório foi pensado para receber mulheres e promover encontros ligados ao empreendedorismo feminino.
“A ideia é mais ou menos essa mesmo, que seja uma segunda casa. Eu curti muito o tal do home office, mas para falar a verdade, eu gosto de sair de casa todo dia”, revelou Ana.
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“E como eu não estou mais saindo todo dia para ir para o estúdio, como era com o MasterChef, eu estou gostando de vir para o escritório, ter um lugar só para receber as mulheres, que eu gosto de fazer pequenas reuniões, sabe? De fim de dia, um happy hour e tal. É muito gostoso. É muito bom que seja aqui. É a extensão da minha casa também”, disse ainda.
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Decoração reúne lembranças de mais de 100 países
Tapetes da Turquia e do Afeganistão, tecidos do Butão, móveis adquiridos no Nepal e objetos africanos fazem parte da decoração escolhida pela própria jornalista. “Eu sabia que eles iam achar o lugar deles. Todo objeto que eu compro, todo tapete que eu trago de algum lugar acaba achando o lugar deles.”
Ela também explicou que os tecidos são uma forma de conhecer melhor cada cultura. “Eu acho que tecido, de maneira geral, fala muito sobre o povo daquele lugar. Então, o tipo de desenho, se é pesado, se é mais levinho, as cores, tudo isso comunica muito sobre aquela cultura. Eu acho que tecidos e comida falam muito sobre o lugar onde você vai.”

Afeganistão e a nova fase longe da TV
Correspondente internacional durante parte da carreira, Ana Paula conheceu 117 países. Entre eles, o Afeganistão permanece como um dos destinos mais marcantes.
“As imagens das montanhas. Das estradas do deserto. São realmente muito bonitas. Aquela região do mundo é bonita. E as pessoas são muito bonitas. Claro que um povo muito sofrido. Uma pessoa de 25 anos parece ter 40. As de 40 parecem ter 60. Muita marca no rosto. Mas é um povo bonito. E muito diferente”, revelou.
“Tem etnias diversas. E são pessoas muito bonitas. Não só fisicamente. Mas principalmente na alma. É um povo muito resistente. É um povo que continua apesar de. E esse apesar de dura dezenas e dezenas de anos. Então é difícil. Mas tem muita beleza”, completou.
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Empreendedorismo feminino
Hoje, longe da televisão por escolha, ela dedica seu tempo aos projetos Tempo de Mulher e UNA, além de trabalhos para clientes no ambiente digital.
“Olha, tem os dois projetos pra mulheres que eu tenho hoje na minha vida, que são UNA e Tempo de Mulher, são o que tomam a maior parte do meu tempo hoje, daqui pra dentro. Daqui pra fora, eu tenho muitos clientes a quem eu também dedico bastante tempo da minha vida. Essa semana, por exemplo, é uma semana praticamente toda dedicada a clientes”, explicou.
Ao falar sobre a produção de conteúdo para as redes sociais, a jornalista destacou que cada plataforma exige uma linguagem própria.
“A linguagem é diferente. É diferente mesmo. É diferente de fazer TV. TV é um veículo que tem uma linguagem específica. Eu acho que as redes sociais, que é por onde a gente mais se comunica com o público, tem outra linguagem, que é a linguagem do digital, e mais do que isso, cada rede social tem a sua própria linguagem.”
Confira a entrevista completa no vídeo abaixo:

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