Aos 52 anos, ex-namorada de Dinho, dos Mamonas, faz sucesso em ‘profissão dos sonhos’
Valéria Zoppello, ex-namorada de Dinho, dos Mamonas Assassinas, transformou paixão antiga em negócio lucrativo; saiba como ela está hoje

Quase três décadas após a tragédia que interrompeu precocemente a trajetória dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, o nome de Valéria Zoppello continua despertando um carinho genuíno no público brasileiro. Eternizada na memória dos fãs como a namorada de Dinho, vocalista da banda, ela percorreu um longo caminho de resiliência e autodescoberta.
Hoje, aos 52 anos, ela vive uma fase de plenitude longe dos holofotes da televisão, mas muito próxima da natureza e de novos desafios profissionais. Há alguns anos, Valéria utilizou suas redes sociais para compartilhar uma conquista significativa em sua atual carreira.
Residente na Serra da Cantareira, em São Paulo, ela transformou uma paixão antiga em um negócio próspero: Valéria Zoppello é agora proprietária de um orquidário. Ela, inclusive, recebe pedidos via internet e envia as flores para todo o Brasil.
A transição para a ‘profissão dos sonhos’ é apenas mais um capítulo na versátil vida de Valéria, que ao longo dos anos explorou diversas facetas profissionais, atuando como modelo, atriz, piloto de automobilismo e fotógrafa.

Maturidade e a desconstrução do luto
Em janeiro de 2024, após completar 50 anos, Valéria decidiu abrir o coração sobre o estigma de ‘eterna viúva’ que muitas vezes a perseguiu. Com uma postura madura e resolvida, ela esclareceu que a saudade de Dinho permanece, mas que o luto não define sua existência.
“Se sou feliz? Claro! Se ainda lembro do Dinho? Óbvio! Se sigo guardando o luto? Com certeza não! O luto deve ter prazo de validade para conseguirmos seguir em frente, que é o que as pessoas que nos amam e partem nos desejam“, declarou ela em uma postagem nas redes sociais.
A empresária também aproveitou a oportunidade para desmistificar boatos sobre sua vida pessoal, afirmando que, embora não se sinta obrigada a dar satisfações, sente o dever de retribuir o afeto que recebe há quase 30 anos de forma gratuita e genuína. No relato, ela mencionou outros relacionamentos e explicou sua escolha de não exercer a maternidade.
“Dizem que nunca mais encontrei um amor, o que é uma bobagem! Conheci homens maravilhosos ao longo de minha jornada. Cada um em seu tempo e lugar. Não ter tido filhos, em parte foi uma escolha, já que minhas profissões não permitiriam que uma criança fizesse parte“, concluiu a ex-namorada de Dinho.

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A morte dos Mamonas Assassinas
Em 2 de março de 1996, o jato executivo que transportava o grupo Mamonas Assassinas chocou-se contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, durante o trajeto de retorno de um show do grupo em Brasília. O acidente vitimou fatalmente todos os cinco integrantes da banda: Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Sérgio Reoli e Júlio Rasec, além de dois tripulantes e dois assistentes.
Na época, o Brasil parou para se despedir do quinteto de Guarulhos que, em menos de um ano de sucesso estrondoso, havia conquistado crianças e adultos com letras irreverentes e figurinos icônicos.
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