Aos 49 anos, famoso jogador de futebol decide não deixar herança de R$ 1 bilhão para filhos
Conhecido nacionalmente jogador pretende deixar fortuna para projetos sociais

A possível divisão da fortuna de Ronaldo Fenômeno voltou ao centro das atenções após declarações do filho mais velho, Ronald, de 26 anos. Em entrevista, o jovem afirmou que o pai costuma dizer que não pretende deixar herança, qavaliada em R$ 1 bilhão, para os filhos, optando por direcionar grande parte de seus bens a iniciativas sociais. Segundo Ronald, a ideia do ex-atacante é investir na Fundação Fenômenos, projeto voltado a ações sociais no Brasil. Para ele, a decisão funciona como um incentivo à independência financeira dos herdeiros. “Isso me motiva a correr atrás do meu próprio caminho”, destacou.
Decisão incentiva independência dos filhos
Atualmente, Ronald constrói carreira na música eletrônica desde 2022. Ele afirma que, apesar de reconhecer os privilégios de crescer em uma família conhecida, sempre buscou desenvolver sua própria trajetória profissional. O DJ também comentou que já enfrentou questionamentos internos sobre aproveitar ou não as oportunidades ligadas ao nome da família. Com o tempo, no entanto, diz ter amadurecido a visão sobre mérito e responsabilidade.
A influência do pai esteve presente no início dessa jornada, especialmente durante viagens a destinos como Ibiza, famosa pela cena de música eletrônica. Ainda assim, ele reforça que o objetivo é construir identidade própria no mercado.
O que diz a lei sobre herança no Brasil
Apesar da intenção de Ronaldo, a legislação brasileira impõe limites para a distribuição de bens. De acordo com o Código Civil Brasileiro, pelo menos 50% do patrimônio deve obrigatoriamente ser destinado aos herdeiros necessários, como filhos e cônjuges. A outra metade pode ser livremente direcionada por meio de testamento, inclusive para instituições ou projetos sociais, o que torna possível, em parte, o plano citado pelo ex-jogador. Assim, mesmo que a intenção de doar grande parte da fortuna seja mantida, os filhos ainda têm direito garantido a uma parcela da herança por lei.

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