Carol Nakamura, de 43 anos, compartilhou com os seguidores uma experiência relacionada aos cuidados com a saúde íntima. A atriz e bailarina realizou um procedimento de rejuvenescimento íntimo com laser de CO₂ e mostrou parte do atendimento em um vídeo publicado nas redes sociais.
Segundo Carol, a visita à ginecologista tinha como objetivo inicial a realização de exames de rotina. Durante a consulta, no entanto, ela conheceu o tratamento e decidiu realizar o procedimento. Bem-humorada, a artista comentou sobre a experiência e brincou com a ideia de diminuir a própria “quilometragem”.
“Vou sair daqui rejuvenescida. Cheguei com 40 e vou reduzir a quilometragem para 18”, afirmou.
Carol também relatou que nunca havia passado anteriormente por uma avaliação desse tipo e aproveitou o momento para chamar atenção para a importância dos cuidados com a região íntima. Para ela, o assunto ainda é cercado por constrangimento e falta de informação.
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“Existe um tabu muito grande em relação aos cuidados com essa parte íntima. Algumas pessoas enfrentam problemas que dificultam até a relação sexual, mas não procuram um profissional por vergonha. Precisamos cuidar não apenas do rosto e do corpo, mas também da nossa região íntima”, declarou.
Carol Nakamura faz procedimento íntimo — Foto: Divulgação
Como funciona o laser de CO₂
A ginecologista Fabiane Gama, que acompanhou Carol, explicou que a escolha do protocolo depende das características e necessidades apresentadas por cada paciente durante a consulta. O laser de CO₂ pode ser aplicado tanto na região íntima externa quanto internamente.
De acordo com a especialista, o procedimento tem como uma de suas finalidades estimular a produção de colágeno e auxiliar no tratamento de alterações que podem aparecer ao longo do envelhecimento. A partir dos 40 anos, as mudanças hormonais podem intensificar a redução de colágeno nos tecidos da região íntima.
Tratamento deve ser individualizado
Fabiane Gama reforçou ainda que o procedimento não deve ser indicado de maneira generalizada. Antes de realizar o tratamento, é necessário que a paciente passe por uma avaliação para identificar se há indicação e qual protocolo é mais adequado para o caso.
Além da questão estética, a médica destaca que os cuidados podem estar relacionados ao bem-estar feminino. Dependendo da situação, o tratamento pode ajudar no conforto, na qualidade dos tecidos e até na vida sexual, principalmente durante períodos marcados por alterações hormonais.
“Cada paciente precisa passar por uma avaliação individual para entender qual é a indicação mais adequada. Em muitos casos, esses cuidados podem contribuir para melhorar o conforto, a qualidade dos tecidos e a vida sexual da mulher, especialmente durante as mudanças hormonais”, explicou a ginecologista.
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