A morte de Giane Alves, aos 32 anos, causou comoção no mundo da moda. A modelo baiana sofreu um infarto agudo do miocárdio na última sexta-feira, 2, enquanto acompanhava o filho caçula, Felipe, de apenas um mês e meio, em uma consulta de rotina. Na ocasião, ela estava acompanhada pelo marido, José Sobrinho, pelo bebê, pelo filho mais velho, Gael, de sete anos, e por uma amiga.

Segundo o agente Miguel Crispim, Giane não apresentava problemas de saúde conhecidos e mantinha uma rotina considerada saudável. “A Giane morreu no hospital enquanto levava o seu filho recém-nascido a uma consulta de rotina. Na hora, ela estava com os dois filhos, o marido e uma amiga. Foi um susto muito grande pra gente, pois a Giane era uma mulher saudável com estilo de vida super saudável. Ela não bebia, não fumava, não tomava nenhuma medicação”, afirmou à Quem.

Giane e filho mais velho - Foto: Reprodução/Instagram
Giane e filho mais velho – Foto: Reprodução/Instagram

Giane foi descoberta enquanto trabalhava como frentista

Antes de conquistar espaço nas passarelas e em campanhas internacionais, Giane trabalhava como frentista em um posto de gasolina em São Paulo. Foi justamente no local de trabalho que ela chamou a atenção de um olheiro e recebeu a oportunidade que mudaria sua trajetória.

A partir da descoberta, a baiana iniciou uma carreira de pouco mais de uma década no mundo da moda. No Brasil, participou de eventos importantes, incluindo a São Paulo Fashion Week (SPFW), e posteriormente passou a trabalhar em mercados internacionais.

Giane esteve em importantes capitais da moda, como Londres, Milão e Nova York. Também realizou trabalhos na Alemanha e em Portugal e estampou editoriais de publicações reconhecidas no segmento, entre elas Vogue Brasil, Vogue Itália, L’Officiel e Elle.

Modelo construiu família após carreira internacional

Apesar da projeção profissional, Giane também tinha como uma de suas principais realizações a construção da própria família. Segundo Miguel Crispim, ela conseguiu alcançar o sonho de proporcionar boas condições aos filhos por meio do trabalho como modelo.

“A Giane era uma modelo exemplar, profissional, mantinha seus princípios, era uma pessoa de uma grande pureza, com o trabalho de modelo conseguiu alcançar seus sonhos de construir uma família e dar a eles uma condição financeira ótima. Era uma mulher honesta, amorosa, uma pessoa incrivelmente boa”, declarou o agente, que trabalhou com ela por 12 anos.

Morando na Bahia, Giane era mãe de Gael e do recém-nascido Felipe. A chegada do caçula havia acontecido cerca de 45 dias antes de sua morte. “Trabalhamos juntos por 12 anos e ela merece ser homenageada pela mídia por ser uma pessoa incrível”, completou Crispim.

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