LETÍCIA SPILLER TORNA LISBOA MAIS BELA

ESTRELA REVELA O DESEJO DE SE CASAR COM O EDITOR DE SOM DANIEL MAZZUCA

Na capital portuguesa, a atriz conta que trabalha na produção de filme sobre o Acre
Na capital portuguesa, a atriz conta que trabalha na produção de filme sobre o Acre

por Aline Rochedo

No intervalo das gravações da minissérie global Amazônia – de Galvez a Chico Mendes, prevista para estrear em janeiro, a bela e talentosa Letícia Spiller (33) foi a Lisboa para trabalho publicitário. Enquanto passeava pela Baixa, a atriz, namorada do editor de som Daniel Mazzuca (32), contou os planos para 2007. “Em 2005, conheci a tribo Ashaninka, no Acre, e decidi fazer um documentário. “ Foi este trabalho que levou a atriz à dramaturga Glória Perez (59). “Ao saber da minissérie, fui atrás. Farei uma seringueira”, festeja. A seguir, Letícia fala sobre a relação com o filho Pedro (10) – da união com Marcello Novaes (44) -, do namoro e do amor pelo Norte do Brasil.

– O que acha de Lisboa?
– Adoro esta cidade cheia de história. Tenho raízes portuguesas por parte de pai, o que torna as minhas vindas aqui ainda mais ricas.

– Você escolheu roupa com ares de bailarina para passear…
– Eu sou bailarina! (risos) Mantenho a forma com yoga e dança. Os movimentos me libertam.

– É uma mulher sensual?
– Não faça o gênero “fatal”, mas já fiz várias personagens sensuais. Numa relação amorosa, o importanteé a amizade. E precisa haver brincadeira, uma “pimentinha” e admiração pelo companheiro.

– Como é a relação com Daniel?
– Feliz e tranqüilo. Ele é querido e inteligente. Não conseguiria estar com alguém só por atração.

– Quer se casar?
– Quando alguma coisa dá certo e traz a felicidade queremos comemorá-la com amigos próximos e família. Mas não precisa ser nada grandioso.

– Como é ser mãe de um menino de 10 anos?
– Pedro tem personalidade forte, mas é uma criança ótima. Entrou numa fase de compreender a responsabilidade, então às vezes preciso falar com firmeza. A relação de mãe e filho é sensacional… Enfim, sou uma mãe feliz!

– E os planos para 2007?
– Produzir um documentário com uma comunidade indígena do Acre. Será em parceria com grupo de antropólogos, empresários e pessoas ligadas a questões ambientais chamado Amigos da Escola da Floresta. Não é pretensioso, mas quero cuidar desse trabalho com carinho, o assunto me interessa. As pessoas da cidade têm muito o que aprender com os indígenas. No Rio, por exemplo, vejo gente jogando lixo na praia. Quem mora na floresta jamais faria isso. Preservar essas culturas é fundamental para a história do nosso país.

– Parte da minissérie Amazônia foi rodada no Acre…
– A história é rica, linda. Minha personagem nasceu lá. É uma seringueira neta de índios. Digo que fiz muitos irmãos no Acre e quero fazer o que puder para ajudar aquelas pessoas.

FOTOS: CARAS PORTUGAL