Nascida na Alemanha, criada na França, mas brasileira de coração, d. Lily Marinho (87) já tem o seu nome ligado à cultura nacional. Por isso, a viúva do jornalista Roberto Marinho (1904- 2003) participou do jantar oferecido pelo cônsul-geral da França no Rio, Hugues Goisbault (58), a poderosos empresários do World Monument Fund Europe, organização privada que investe em 90 países para preservar patrimônios arquitetônicos e culturais. “O trabalho de um diplomata é conectar pessoas que têm o mesmo interesse em distintas áreas. Tentei reunir notáveis da vida econômica francesa para esse encontro. É um incentivo à promoção de projetos no Brasil. Convidei a d. Lily pois ela e a Fundação Roberto Marinho fazem muito pelo patrimônio brasileiro”, explicou o cônsul Goisbault.

Acompanhada do amigo e exadido cultura francês Romaric Büel (54), e dos casais Marina e Daniel Sauer (55), diretor da Amsterdam Sauer, e Roxy (32) e Renato Rique (48), presidente do Shopping Leblon, d.Lily elogiou a iniciativa do diplomata quando está sendo celebrado o ano da França no Brasil. “Hugues é muito atuante, tem muita vivacidade. O WMF Europe é extremamente importante. Temos que nos espelhar nesse exemplo para que se faça cada vez mais aqui. O brasileiro é muito generoso e se esforça para ajudar”, afirmou ela.

Bertrand du Vignaud, presidente da WMF Europe, endossou a importância do jantar na casa do cônsul para a conscientização da sociedade civil e as relações entre Brasil e França. “O ano é marcante para os dois países. É bom que se discuta a manutenção dos nossos patrimônios. É uma parte da história que deve ser preservada”, disse Vignaud ao lado de Pavel Smutny (49) e Maryvonne Pinault, membros da WMF Europe.