“O amor é cego; por isso os namorados têm tão desenvolvido o sentido do tato.”
Noel Clarasó (1905-1985), escritor espanhol.

“Nada há de mal no beijo dos namorados, como no amor dos pássaros. Deixai-os nos seus parques, nas suas ruas escuras, nos seus portões de casa.”
Vinicius de Moraes (1913-1980), poeta e diplomata carioca.

“Quando você está cortejando uma bela garota, uma hora parece um segundo. Quando você está sentado num braseiro, um segundo parece uma hora. Isso é relatividade.”
Albert Einstein (1879-1955), físico americano nascido na Alemanha.

“As alegrias passageiras encobrem os males eternos que elas próprias nos causam.”
Blaise Pascal (1623-1662), filósofo e matemático francês.

“E eles quedam mordidos para sempre./ Deixaram de existir mas o existido/ continua a doer eternamente.”
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro.

“Fazemos ordinariamente mais festa às pessoas que tememos do que àquelas às quais amamos.”
Mariano da Fonseca, o marquês de Maricá (1773-1848), político carioca.

“Quem não é dotado da capacidade de sentir sempre fala mal do sentimento.”
Artur da Távola (1936-2008), jornalista, político e escritor carioca.

“Quando a virtude mora em lugar humilde, vê-se amiúde deixar ela o lugar enobrecido. Mas onde falta, mesmo que existam títulos da mais alta nobreza, a honra é vazia. Somente o bem é em si de alta valia. O mal é mal. As coisas valem pelo que são, independentemente dos títulos que tenham.”
William Shakespeare (1564-1616), dramaturgo inglês, na peça Tudo Bem Quando Termina Bem.

“Todas as ruas Direita são tortas; daí veio talvez a lembrança de chamar ‘direito’ ao corpo das leis.”
Domiciano Leite Ribeiro, o visconde de Araxá (1812-1881), político e escritor mineiro.

“Nenhuma lei é benéfica se ataca qualquer classe social ou restringe a sua liberdade.”
Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português, no livro A Economia em Pessoa, de Gustavo H. B. Franco (Zahar).

“No tribunal, como na guerra, vence aquele que tem a bolsa maior.”
Mahatma Gandhi (1869-1948), político pacifista indiano.

“Vi: o que guerreia é o bicho, não é o homem.”
João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro.

“O som do tambor dissipa pensamentos; por isso é instrumento eminentemente militar.”
Joseph Joubert (1754-1824), ensaísta francês.

“A violência é sempre terrível,/ mesmo quando a causa é justa.”
Friedrich von Schiller (1759-1805), poeta alemão.

“Procure o ridículo em tudo, e o encontrará.”
Jules Renard (1864-1910), escritor francês.

“Sentir uma visita inesperada como um incômodo é um sinal de fraqueza, uma fuga diante do imprevisto.”
Franz Kafka (1884-1924), escritor tcheco, no livro Conversas com Kafka (Novo Século), de Gustav Janouch (1903-1968), compositor e escritor tcheco.

“Aquele que não deixa nada ao acaso raramente fará coisas de modo errado, mas com certeza fará pouquíssimas coisas.”
George Savile (1633-1695), o marquês de Halifax, político inglês.

“O destino embaralha as cartas, e nós jogamos.”
Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão.

“Tudo é mágico ou não é nada.”
Novalis, pseudônimo de Friedrich Leopold (1772-1801), poeta alemão.