“Ó meu São Paulo!/ Ó minha uiara de cabelo vermelho!/ Ó cidade dos homens que acordam mais cedo no mundo!”
Cassiano Ricardo (1895-1974), poeta paulista, sobre a capital de seu Estado, que completa 455 anos no dia 25.
“A vida na cidade é um inferno, mas ninguém quer mudar-se para o paraíso.”
Júlio Camargo (1929-2007), jornalista e escritor pernambucano.
“Sabes qual é a minha preocupação maior? É matar o tédio. Quem prestasse este serviço à humanidade seria o verdadeiro destruidor de monstros.”
Eugène Fromentin (1820-1876), pintor e escritor francês.
“Teria sido o mundo criado se o seu criador tivesse medo de suscitar confusão?”
George Bernard Shaw (1856-1950), escritor irlandês.
Mais lidas
“Festa de estalagem… todos dançam, ninguém se entende.”
Machado de Assis (1839-1908), escritor carioca.
“Nossa época, embora fale tanto de economia, é esbanjadora: esbanja o que é mais precioso, o espírito.”
Friedrich Nietzsche (1844-1900), filósofo alemão.
“O consumidor é um objeto a ser manipulado, não uma pessoa concreta cujos interesses o negociante está interessado em satisfazer.”
Erich Fromm (1900-1980), psicanalista americano nascido na Alemanha.
“O comércio nos observa ansiosamente para ver quais novos desejos começamos a desenvolver, e que novas aversões.”
Virginia Woolf (1882-1941), escritora inglesa, no livro Crônicas Londrinas (José Olympio Editora).
“A sociedade seria uma coisa encantadora se nela uns se interessassem pelos outros.”
Nicolas-Sébastien Chamfort (1741-1794), escritor francês.
“O humor é como um sapo, você pode dissecá-lo, mas ele morre no processo.”
Elwyn Brooks White (1899-1985), escritor americano.
“Não se deve conceder a própria confiança a alguém que não sorri nunca.”
Henry de Montherlant (1896-1972), escritor francês.
“Precisamos rir antes de ser felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido.”
Jean de La Bruyère (1645-1696), escritor francês.
“Se você roubar idéias de um autor, é plágio. Se roubar de muitos, é pesquisa.”
Wilson Mizner (1876-1933), aforista e dramaturgo americano.
“A colheita é comum, mas o capinar é sozinho.”
João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro.
“A união faz a força que, aplicada, faz a desunião.”
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro.
“Guerra: a coragem de morrer venceu a coragem de dizer um desagradável não.”
Max Rychner (1897-1965), ensaísta suíço.
“Uma das maiores causas de desequilíbrio em nossa sociedade vem da luta que os homens mantêm contra sua feminilidade, e das mulheres contra a sua masculinidade.”
Theodore Roszak (1907-1981), psicólogo e ecologista americano nascido na Polônia.
“A esperança é uma mulher tão à mão, que é até ingratidão a gente não dar-lhe em cima.”
Vinicius de Moraes (1913-1980), poeta, compositor, cronista e diplomata carioca.
“Ser poeta não é dizer grandes coisas, mas ter uma voz reconhecível dentre todas as outras.”
Mário Quintana (1906-1994), poeta, escritor e tradutor gaúcho, publicou A Rua dos Cataventos, O Aprendiz de Feiticeiro e outras obras.