Nós, humanos, quase sempre associamos à alegria da alma um certo bem-estar físico, geralmente representado por um pouco de doce e um pouco de vinho.
Cecília Meireles (1901-1964), jornalista, professora e poeta carioca.
O prazer de comer, praticado com moderação, é o único que não se acompanha de fadiga.
Jean-Anthelme Brillat-Savarin (1755-1826), político e gastrônomo francês.
Eu sinto o gosto, o aroma, o sangue quente de São Paulo/ nesta pequena noite líquida e cheirosa/ que é a minha xícara de café.
Cassiano Ricardo (1895-1974), poeta paulista.
O prazer em si não é um vício.
Samuel Johnson (1709-1784), escritor inglês.
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Só os biltres são modestos,/ Os bravos alegram-se de seus fatos.
Goethe (1749-1832), poeta e dramaturgo alemão.
Valoriza-te para mais: os outros se ocuparão em baixar o preço.
Anton Chekhov (1860-1904), contista e dramaturgo russo.
Há dor que mata a pessoa/ Sem dó e sem piedade,/ Porém não há dor que doa/ Como a dor de uma saudade.
Patativa do Assaré (1909-2002), poeta cearense.
Os meninos se alegram ao parecerem homens; e os homens choram porque deixaram de ser meninos.
Friedrich von Schiller (1759-1805), poeta alemão, no livro Sinfonia Minas Gerais: a Vida e a Literatura de João Guimarães Rosa (LGE Editora), de Alaor Barbosa.
A vida se tornaria impossível se a gente a relembrasse inteira. Tudo está em escolher aquilo que devemos esquecer.
Maurice Martin du Gard (1896-1970), jornalista e escritor francês.
O difícil para um homem não é encontrar sua mulher, é encontrar sua viúva.
Vinicius de Moraes (1913-1980), poeta carioca, em carta para Manuel Bandeira (1886-1968).
É preferível não saber, pensar o menos possível, não fornecer ao ciúme o menor detalhe concreto.
Marcel Proust (1871-1922), escritor francês.
De todas as doenças do espírito humano, a fúria de dominar é a mais terrível.
François Marie Arouet, o Voltaire (1694-1778), filósofo francês.
Em amor, possuir não é nada, gozar é que é tudo…
Stendhal (1783-1842), escritor francês.
Todo enamorar-se, por mais etéreo que possa parecer, enraíza-se no impulso sexual.
Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão.
Estamos num deserto, ninguém compreende ninguém.
Gustave Flaubert (1821-1880), escritor francês.
Aqueles que têm um interesse muito aguçado no mundo exterior podem, algum dia, acabar trancados do lado de fora de seus próprios portões.
Evelyn Waugh (1903-1966), escritor inglês, no livro Rendição Incondicional (Nova Fronteira).
À convulsão trágica precede a do riso, a vida brota da morte, cegonhas e andorinhas trocam de clima, sem jamais abandoná-lo inteiramente; é assim que tudo se conserta e restitui.
Machado de Assis (1839-1908), escritor carioca.
Abençoado o homem que, nada tendo a dizer, abstém-se de dar em palavras a evidência desse fato.
George Eliot (1819-1880), escritora inglesa.