Esta cidade nasceu para transformar o sofrimento em samba.
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro, sobre o Rio de Janeiro, que completa 443 anos em 1o de março.

A esperança brota eternamente no peito do homem;/ Ele nunca é, mas sempre espera ser feliz.
Alexander Pope (1688-1744), poeta inglês.

A imaginação tem todos os poderes: ela faz a beleza, a justiça e a felicidade, que são os maiores poderes do mundo.
Blaise Pascal (1623-1662), filósofo e matemático francês.

O Senhor Deus não joga dados.
Albert Einstein (1879-1955), físico alemão naturalizado norte-americano.

Pare de ficar dizendo o que Deus deve fazer.
Niels Bohr (1885-1962), físico dinamarquês, em resposta à frase abaixo

Vinha eu tão a esmo/ que rolei da nuvem/ e caí, em mim mesmo.
Cassiano Ricardo (1895-1974), poeta e crítico paulista.

Usar a razão e amar são duas coisas que não se juntam.
Padre Antônio Vieira (1608-1697), missionário português.

A ofensa que me fizeste/ Esquecer quem poderia?/ Que punhalada me deste!/ Ah! se não fosse essa lágrima,/ Eu não te perdoaria!
Alberto de Oliveira (1857-1937), poeta fluminense, no livro Alberto de Oliveira – Melhores Poemas, de Sânzio de Azevedo (Global).

É uma grande tolice o ‘conhece-te a ti mesmo’ da filosofia grega. Não conhecemos nunca nem a nós nem aos outros. Mas não se trata disso. Criar o mundo é menos impossível que explicá-lo.
Anatole France (1844-1924), escritor francês, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1921.

O Brasil não tem problemas, só soluções adiadas.
Luis da Câmara Cascudo (1898-1986), folclorista e historiador potiguar.

O governo não há de cair – porque não é um edifício. Tem de sair com benzina, porque é uma nódoa.
Eça de Queiroz (1845-1900), escritor português, no livro O Conde de Abranhos.

Vive o instante que passa. Vive-o intensamente até a última gota de sangue. (…) Porque nunca mais ele será o mesmo nem tu que o estás vivendo.
Vergílio António Ferreira (1916-1996), escritor português.

O passado e o futuro não são nada, comparados ao severo hoje.
Adelide Ann Procter (1825-1864), poeta inglesa.

O melhor fogo não é o que queima mais rápido.
George Eliot (1819-1880), escritora inglesa.

As lágrimas são a palavra da alma.
Joaquín Setanti (séculos XVI e XVII), escritor espanhol.

Sinto-me um barquinho, e a vida um mar terrível.
João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro, no livro Sinfonia Minas Gerais, de Alaor Barbosa (LGE Editora).

Saudade dentro do peito/ É qual fogo de monturo/ Por fora tudo perfeito,/ Por dentro fazendo furo.
Patativa do Assaré (1909-2002), poeta cearense.

Que tempos são estes, em que/ é quase um delito/ falar de coisas inocentes?
Bertold Brecht (1898-1956), dramaturgo, poeta e escritor alemão.

Desconhecemos os desígnios do universo, mas sabemos que raciocinar com lucidez e agir com justiça é ajudar esses desígnios, que não nos serão revelados.
Jorge Luis Borges (1899-1986), escritor argentino.