Quando se vê, já são seis horas !/ Quando se vê, já é sexta-feira…/ Quando se vê, já terminou o ano…
Mário Quintana (1906-1994), poeta gaúcho.
Mais um ano é passado! Aflora mais um ano!/ Traz venturas talvez! traz dores!… traz vitória!/ Para uns: infortúnio, a luta, o desengano;/ Para outros: amor! alegrias!… a glória!
Sílvio Augusto de Bastos Meira (1919-1995), advogado, político e escritor paraense.
Ninguém olha para o que tem diante dos pés, todos olham para as estrelas.
Ênio (239-169 a.C.), poeta romano.
O futuro é um lugar cômodo para nele colocar sonhos.
Anatole France (1844-1924), escritor francês.
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Não é difícil ter êxito. O difícil é merecê-lo.
Albert Camus (1913-1960), escritor francês nascido na Argélia.
A sorte ajuda os audazes.
Virgílio (70-19 a.C.), poeta romano.
O esforço para unir a sabedoria e a ação é poucas vezes vitorioso e dura pouco.
Albert Einstein (1879-1955), físico alemão naturalizado norte-americano, conhecido sobretudo como criador da Teoria da Relatividade.
As dificuldades crescem à medida que nos aproximamos de nossos objetivos.
Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), poeta alemão.
Adoro superstições. São o elemento colorido do pensamento e da imaginação. E são o contrário do bom senso – que por sua vez é inimigo do romance.
Oscar Wilde (1854-1900), escritor, poeta e dramaturgo irlandês.
E você lamenta ter ficado tão contente com a esperança, em vão. Mas ter ficado alegre não é nada?
Maria von Ebner-Eschenbach (1830-1916), escritora e aforista austríaca.
Para cada desejo satisfeito existem pelo menos dez que não o são.
Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo alemão.
Se um homem pudesse ver metade de seus desejos realizada, teria aflições em dobro.
Benjamin Franklin (1706-1790), político e cientista norte-americano.
Esta é a vida! A vida/ obtusa, que nos encanta,/ lenta que parece um século,/ breve que parece uma hora;/ uma agitação alternada/ entre paraíso e inferno/ que não se aquieta mais.
Arrigo Boito (1842-1918), poeta e compositor italiano.
Quem quer mais do que lhe convém, perde o que quer e o que tem.
Padre Antônio Vieira (1608-1697), missionário português.
Descansar é o prêmio do trabalho.
Plutarco (cerca de 46-120), historiador grego.
O ócio não é a negação do fazer, mas ocupar-se em ser o humano do homem.
Oswald de Andrade(1890-1954), escritor paulistano.
O lazer sem as belas-letras é como a morte e a sepultura do homem vivo.
Sêneca (4 a.C.-65), filósofo romano que nasceu em Córdoba e foi preceptor de Nero (37-68 a.C.).
Então, pintei de azul os meus sapatos/ por não poder de azul pintar as ruas.
Carlos Pena Filho (1929-1960), poeta pernambucano.
Não quero viver em paz nem com os outros nem comigo mesmo. Necessito de guerra, guerra no meu interior; necessitamos de guerra.
Miguel de Unamuno (1864-1936), educador e filósofo espanhol.
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro…
Clarice Lispector (1920-1977), escritora brasileira nascida na Ucrânia.