Há sempre em uma família alguém que incomoda o chefe dela e lhe apura a paciência.
Mariano José Pereira da Fonseca, o marquês de Maricá (1773-1848), político e escritor carioca, foi ministro da Fazenda do Império do Brasil.
Ama seus pais, se são justos e honestos: caso contrário, suporta-os.
Públio Siro, também chamado Publilius Syrius (século I), poeta latino.
Perdendo a solidariedade das famílias, a sociedade perdeu essa força que Montesquieu descobrira e denominara ‘honra’.
Honoré de Balzac (1799-1850), escritor francês, autor de A Comédia Humana.
O espelho dissolve o tempo.
Orides Fontela (1940-1998), poeta paulista.
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Uma hora ganha ao amanhecer é um tesouro à tarde.
São João Bosco (1815-1888), padre e educador italiano.
O estilo, como a popeline, dissimula muitas vezes o eczema.
Albert Camus (1913-1960), escritor francês nascido na Argélia.
A paixão – que coisa incômoda!
Noël Coward (1899-1973), dramaturgo norte-americano.
A felicidade não é um prêmio, mas uma conseqüência. O sofrimento não é um castigo, mas um resultado.
Robert G. Ingersoll (1833-1899), advogado norte-americano.
Gargalha, ri, num riso de tormenta,/ como um palhaço, que desengonçado,/ nervoso, ri, num riso absurdo, inflado/ de uma ironia e de uma dor violenta.
João da Cruz e Sousa (1861-1898), poeta simbolista catarinense.
É preciso escolher na vida entre ganhar dinheiro e gastá-lo: não se tem tempo para fazer as duas coisas.
Édouard Bourdet (1887-1945), dramaturgo francês, autor de A Prisioneira.
Se algum dia inclinares a balança da justiça, não o faça com o peso das doações, mas com o da misericórdia.
Miguel de Cervantes e Saavedra (1547-1616), escritor espanhol.
Os preceitos do Direito são estes: viver honestamente, não ofender ninguém, dar a cada um o que é seu.
Domício Ulpiano (?-228), jurista e escritor romano.
Quem só fala dos grandes, pequeno fica.
Barão de Itararé (1895-1971), humorista gaúcho.
É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça.
Henry Louis Mencken (1880-1965), jornalista norte-americano.
Arre, estoum farto de semideuses! Onde há gente no mundo?
Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português.
Se não possuis carruagem, siga a pé.
Ovídio (43 a.C.-17), poeta romano.
A arte é conseguir fazer.
Leonilson (1957-1993), artista plástico cearense.
Oxalá a consciência e o bom senso dos povos despertem para chegar a um estado de civilização no qual a guerra passe a ser apenas uma inconcebível loucura dos antepassados.
Albert Einstein (1879-1955), físico norte-americano nascido na Alemanha.
Nunca se deve tirar o brinquedo de uma criança/ Tenha ela oito ou oitenta anos!
Mário Quintana (1906-1994), poeta gaúcho.
Nada mais perigoso do que ser demasiadamente moderno: corre-se o risco de sair de moda muito rapidamente.
Oscar Wilde (1854-1900), escritor, poeta e dramaturgo irlandês.