A leitura de todos os bons livros é como uma conversa com os melhores espíritos dos séculos passados, que foram seus autores, e é uma conversa estudada, na qual eles só nos revelam os seus melhores pensamentos.
René Descartes (1596-1650), matemático, físico e filósofo francês.
O mais belo triunfo do escritor é fazer pensar os que podem pensar.
Eugène Delacroix (1798-1893), pintor romântico francês.
“Outrora os analfabetos eram os que não iam à escola; hoje são os que a freqüentam.
Paul Guth (1910-1997), humorista, jornalista e escritor francês.
Tudo isto é nada,/ Mas numa estrada/ Como é a vida/ Há muita coisa/ Incompreendida…
Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português.
Mais lidas
Os atores são vaidosos, mas os críticos são mais.
Paulo Autran (1922-2007), ator carioca.
A resposta é a desgraça da pergunta.
Maurice Blanchot, jornalista, escritor e crítico literário francês.
Quando sinto impulsão lírica escrevo sem pensar, tudo que o meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi.
Mário de Andrade (1893-1945), poeta, escritor e crítico de arte paulista.
Sou bastante boa como dona-de-casa, como bordadeira, como secretária, como editora e como veterinária e tenho que fazer tudo isso ao mesmo tempo, e acho difícil ser ainda bastante boa como autora.
Gertrude Stein (1874-1946), escritora norte-americana.
A qualidade mais indispensável ao cozinheiro é a pontualidade; ela deve ser também a do convidado.
Jean-Anthelme Brillat-Savarin (1755-1826), político e gastrônomo francês.
Os políticos não conhecem o ódio e tampouco o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento.
Philip Stanhope, o conde de Chesterfield (1694-1773), político e escritor inglês.
Muitas vezes é preciso mudar de opinião para permanecer sempre no mesmo partido.
Jean-Paul de Gondi, cardeal de Retz (1613-1679), político francês.
Não prezaríamos tanto o crédito moral, se não soubéssemos que facilita muito a aquisição dos bens materiais.
Mariano da Fonseca, marquês de Maricá (1773-1848), político carioca.
Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro.
O amor é tormento, a falta de amor é morte.
Marie von Ebner-Eschenbach (1830-1916), aforista austríaca.
Não se preocupe com a meia-idade – você vai superá-la.
Laurence J. Peter(1919-1990), educador e escritor canadense.
Dois namorados/ olhando o céu/ chegam à mesma conclusão/ mesmo que a Terra/ não passe da próxima guerra/ mesmo assim valeu.
Paulo Leminski (1945-1989), poeta curitibano.
Oh, quão gigante é o homem quando luta contra si mesmo, e quão diminuto quando necessita ou exercita seu próprio auxílio para si mesmo.
John Donne (1572-1631), poeta e clérigo inglês, no livro Meditações (editora Landmark).
O mundo no qual nós penetramos pelo nascimento é brutal, cruel e, ao mesmo tempo, de uma beleza divina.
Carl Gustav Jung (1875-1961), psiquiatra e psicanalista suíço, criador da psicologia analítica e do conceito de complexo.