Citações

Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança.
Victor Hugo (1802-1885), dramaturgo, poeta e escritor francês.

A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes.
Albert Einstein (1879-1955), físico alemão naturalizado norte-americano.

Mestre, depois de pai, é o nome mais nobre e mais doce que um homem pode dar a outro.
Edmondo d⬔Amicis (1846-1908), escritor italiano.

Raspando-se a casca do gentil, aparece muitas vezes o osso da indiferença.
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), poeta mineiro.

A vaidade é a sinceridade em pessoa.
Teixeira de Pacoaes (1877-1952), poeta português.

Ainda menino, descobri que tinha vocação para mentiroso.
Fernando Sabino (1923-2004), escritor e cronista mineiro.

O futuro é a projeção do passado, condicionada pelo presente.
Georges Braque (1882-1963), pintor francês.

Quando a mulher se casa novamente, é porque odiava o primeiro marido. Quando o homem volta a se casar, é porque adorava a primeira esposa. As mulheres tentam a sorte; os homens põem em risco a sua.
Oscar Wilde (1856-1900), escritor irlandês

Em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
Paulo Mendes Campos (1922-1991), escritor mineiro.

Estão querendo apagar a luz da razão e do pensamento. Cuidado!
Naguib Mahfuz (1911-2006), escritor egípcio, Premio Nobel de Literatura de 1988, depois de sofrer um atentado em 1994.

A calúnia é uma vespa que incomoda e contra a qual não se deve fazer qualquer movimento, a menos que se tenha a certeza de matá-la.
Nicolas-Sébastien Chamfort (1741-1794), escritor francês.

Nada se edifica sobre pedra, tudo sobre areia, mas nosso dever é edificar como se fosse pedra a areia.
Jorge Luis Borges (1899-1986), escritor argentino.

Um belo livro é aquele que semeia pontos de interrogação em profusão.
Jean Cocteau (1889-1963), romancista e cineasta francês.

Avista-se o grito das araras.
João Guimarães Rosa (1908-1967), escritor mineiro.

O gênio faz o que é preciso e o talento faz o que pode.
George Meredith (1828-1909), poeta e escritor inglês.

O tempo passa para melhor preservar.
Otto Lara Resende (1922-1993), escritor e jornalista mineiro.

O ódio dos fracos não é tão perigoso quanto a sua amizade.
Marquês de Vauvenargues (1715-1747), ensaísta francês.

Tivesse eu os panejamentos bordados dos céus, (…)/ Estenderia esses mantos a teus pés./ Mas eu, sendo pobre, tenho apenas sonhos;/ E estendi meus sonhos a teus pés;/ Pisa com delicadeza, pois estás pisando/ em meus sonhos.
William Butler Yeats (1865-1939), poeta irlandês.

Não há vasilha que meça os gostos nem balança que os iguale; cada qual tem o seu e, pensando que é o melhor, é o mais enganado.
Mateo Alemán (1547-cerca de 1614), escritor espanhol.

Afirmam que a vida é breve,/ Engano, a vida é comprida./ Cabe nela amor eterno/ e ainda sobeja vida.
António Tomás Botto (1902-1959), jornalista, poeta e dramaturgo português que viveu no Brasil.