Música / ENTREVISTA

Viviane Batidão exalta cultura paraense e anuncia fase mais ousada: “Tenho muitos sonhos ainda!”

Cantora paraense, Viviane Batidão abre o coração sobre conquistas, sonhos e o desejo de levar o tecnomelody ainda mais longe em entrevista à CARAS Brasil

Viviane Batidão revela próximos passos da carreira
Viviane Batidão revela próximos passos da carreira - Foto: Alle Peixoto

Viviane Batidão (41) vive um momento de consagração em sua trajetória musical. Oriunda das aparelhagens do Pará, a artista que se tornou um dos maiores nomes do brega e do tecnomelody celebra não apenas as conquistas individuais, mas o reconhecimento de uma cultura inteira que pulsa em suas canções.

“Tiveram muitos momentos importantes, mas sem dúvida ganhar o Prêmio Multishow foi um marco inesquecível. Ver os meus fãs se mobilizando, votando, torcendo… foi uma onda de amor gigante. Ali eu entendi que a nossa música tinha rompido barreiras e que eu estava representando muito mais do que só a Viviane. Eu estava levando junto a cultura do Pará e de toda a região”, conta ela em entrevista exclusiva à CARAS Brasil

Ícone de um movimento popular que ganha cada vez mais espaço no cenário nacional, Viviane carrega com orgulho o título de representante de um ritmo que traduz a alma de seu povo. Para ela, a missão vai muito além dos palcos e atinge a essência da identidade nortista.

“Sinto sim, e com muito orgulho! O brega e o tecnomelody contam a história do nosso povo, das nossas emoções. Representar isso é carregar a cultura do Norte no peito e na voz”, conta. 

Apesar das vitórias e do reconhecimento, a cantora paraense, que também é embaixadora de O Boticário na região Norte do Brasil, não perde a essência sonhadora. De olho em novos horizontes, Viviane revela parcerias dos sonhos e promessas guardadas a sete chaves para seu próximo projeto, que promete sacudir o país.

“Ah, eu sou sonhadora, viu? Tenho muitos sonhos ainda! Imagina um feat com a Beyoncé ou a Lady Gaga? Seria tudo! Mas também tenho muita vontade de seguir unindo forças com artistas do nosso país que acreditam na mistura e na potência da música brasileira. No meu novo álbum, “É Sal”, já trago feats maravilhosos que estou doida pra contar, mas vou segurar um pouquinho até o lançamento! Tenho certeza que o público vai se surpreender e se apaixonar”, revela.

Conciliar tradição e inovação não é uma tarefa simples, mas Viviane encontra equilíbrio ao manter a conexão com suas origens, enquanto se permite explorar novas sonoridades e estéticas. A artista revela como lida com o desafio de se manter relevante em um cenário musical em constante transformação.

“Eu me mantenho fiel às minhas raízes, mas também estou sempre aberta ao novo. Me reinventar faz parte do processo, mas sem nunca esquecer de onde vim”, diz.

Com o lançamento da música “É Sal”, a cantora apresenta uma nova fase da carreira, marcada por maturidade artística e ousadia. O trabalho é também um manifesto cultural, que valoriza as raízes paraenses e leva o tecnomelody para novos públicos com autenticidade e paixão.

“O público pode esperar uma Viviane mais madura, mais ousada e com ainda mais vontade de espalhar a nossa cultura pelo Brasil. “É Sal” é um projeto muito especial, que marca essa nova fase. A ideia é levar o tecnomelody para outros cantos do país, mas sempre com os dois pés fincados nas minhas raízes. O público já começou a acompanhar esse movimento com as músicas “É Sal” e “Só no Pará”, e “Covarde”, que são um retrato fiel da nossa identidade. E isso é só o começo!”, finaliza. 

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Paulo Henrique Lima é repórter de pautas especiais do Grupo Perfil. Tem passagens por diversos veículos de comunicação na web. É apaixonado por entretenimento e realities.