Médico faz alerta sobre corda vocal paralisada de Luciana Gimenez: ‘Não é comum’
Na última quinta-feira (8), Luciana Gimenez usou suas redes sociais para confirmar que uma de suas cordas vocais ainda está paralisada após a cirurgia

Em março deste ano, Luciana Gimenez (55) foi submetida a uma cirurgia de emergência para correção de uma hérnia de disco cervical. Em suas redes sociais, a apresentadora segue compartilhando mais detalhes de sua recuperação do pós-operatório. Na última quinta-feira (8), a comunicadora contou aos fãs que uma de suas cordas vocais ainda está paralisada.
Em entrevista à CARAS Brasil, Dr. Carlos Cedano fala sobre os motivos que podem ter levado à paralisação de uma das cordas vocais da apresentadora, mesmo meses após o procedimento: “A rouquidão prolongada não é comum após cirurgias de hérnia de disco cervical, mas pode acontecer“.
“A causa mais comum é o acometimento do nervo laríngeo recorrente de um dos lados (o acometimento de ambos os lados causa perda da voz), que pode acontecer nas cirurgias com acesso anterior, através das estruturas do pescoço“, acrescenta.
Apesar disso, o ortopedista reforça que a lesão pode ser devido a uma secção do nervo, quadro em que não há recuperação da voz normal, o que é um quadro muito raro. “A lesão mais comum é a neuropraxia por um estiramento do nervo. Essa é uma condição quase sempre temporária e está relacionada à tração do nervo durante a cirurgia, pelo afastamento das estruturas durante o ato cirúrgico“, aponta.
“Fatores que favorecem a ocorrência da neuropraxia podem ser tempo de cirurgia prolongado e via (acesso) cirúrgico difícil. Para favorecer e acelerar a recuperação, são realizados exercícios para as cordas vocais, sempre orientados pelo médico e fonoaudiólogo. Existem também medicamentos que favorecem a recuperação do nervo e podem ser utilizados“, finaliza. Em seu perfil, a apresentadora confirmou que segue realizando exercícios fonoaudiológicos em sua casa.
Ver essa foto no Instagram
Leia também: Luciana Gimenez revela sequelas na voz após cirurgia de emergência: ‘Ainda paralisada’