NOITE CHIQUE E CHEIA DE FÉ NO PODER DO BRASIL

Sylvia, Hélio e Shinomata, do HSBC, em momento de amizade e reflexão em Portugal

Uma noite aquecida pela chama das velas, pelo rubro dos trajes e pela reconfortante esperança no Brasil se passou no Kais, restaurante na região das Docas, em Lisboa.

O lugar foi palco do jantar oferecido pelo banco HSBC aos mais de 300 participantes do 13o Meeting Internacional, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais, Lide, presidido por João Doria Jr. (50), ao lado de sua Bia (44). Eles de preto, elas de vermelho, as cores do banco, era o dress code da festa, que teve como anfitriões trio do banco: Hélio Duarte (61), diretor de relações institucionais e autor do aplaudido discurso da noite, Walter Shinomata (48), diretor executivo do Commercial Bank, e a elegante Sylvia Brasil Coutinho (46), diretora executiva e responsável por investimentos e advisoring service no Brasil e asset management para a América Latina.

Point lisboeta, o Kais, que mantém estrutura do fim do século XIX, quando era armazém de geração de energia para os bondes da cidade, teve o salão principal e a pista de dança, com janelas sobre o rio Tejo, reservados para o encontro.

Hélio, Walter e Sylvia – com seus respectivos parceiros, Rosaria Duarte (59), que homenageou, com sua bata oriental, a origem do banco, Hong Kong; Gina Shinomata (46), sempre uma das mais bem-vestidas; e o engenheiro agrônomo Bernard Costilhes (50) – receberam com alegria os atores Luana Piovani (32), Bruna Lombardi (55), de óculos por conta de corte no supercílio, um acidente doméstico, e Carlos Alberto Riccelli (62) e Christiane Torloni (51) e a cantora Daniela Mercury (43).

Nas rodas, os líderes comentavam a crise econômica que tivera pico naquela semana. O que se dizia, no entanto, indicava que as commodities brasileiras ajudarão o país a superar a fase. Hélio confirmou a impressão. “Assim como os representantes de bancos aqui presentes, peço aos nossos clientes e mesmo aos de outras instituições tranqüilidade e otimismo”, discursou Hélio. “Não minimizo a gravidade da situação, mas estamos fortes e capitalizados. Vamos em frente e, como disse Justus, vivamos o hoje. Um brinde à amizade, o mais importante.”

A frase de Roberto Justus (53) foi dita no começo da noite, em coquetel no Museu dos Coches, oferecido pela sua agência de publicidade, a Young & Rubi cam. “Aqui somos todos amadores: amamos o que fazemos”, disse Justus, ao lado da mulher, Ticiane Pinheiro (32 ), reverenciando os colegas publicitários presentes à cena memorável, mais um feito da cenógrafa Chris Ayrosa (50), que conseguiu abrir o museu à noite, o iluminou de maneira ímpar e encantou Mercedes (52) e d. Eudes de Orleans e Bragança (67), Denise (53) e o senador Garibaldi Alves Filho (60), Angélica (54) e Roberto Lima (57), da Vivo, além dos senadores Cristovam Buarque (64) e Aloizio Mercadante (54).

No jantar, entre os elegantes Claudia (37) e Mario D’Andrea (40), da JW Thompson, Pepita Rodriguez (57) e Javier Gabarain (52), o governador de SC, Luiz Henrique da Silveira (64), com d. Ivete Appel (63), Nora Vallejos, da Wilson, e Roger Ingold, da Accenture, Sylvia deu parecer sobre o momento. “Como responsável pelo asset management e wealth management para a América Latina, foi interessante estar entre o prazer do convívio e o debate e ainda acompanhar cada minuto dos mercados, coordenando ações com nossos escritórios latino-americanos”, afirmou ela. “Não poderia ter vindo se não fosse a tecnologia moderna, que me capacitou a comandar meu time remotamente. Foi fantástico estar aqui e ainda poder discutir a crise.”

“Sempre aproveitamos o máximo do Meeting. Temos chance de conversar sobre potenciais negócios, cenários econômicos e conjunturas setoriais com clientes e parceiros que acabam se tornando amigos”, afirmou Shinomata, antes de Daniela convidar a uma esticada: o dancing no salão anexo, oferecimento do Grupo GP, no qual Luana, Ticiane e Daniela arrasaram na pista. “Os portugueses admiram a nossa alegria, mas o imaginário desta característica foi consagrada no mundo por uma lusa: Carmen Miranda, que faria 100 anos em 2009. Como Luana pediu, vou cantar”, anunciou Dani, entoando Trio em Transe, que fala de Carmen e estará em seu novo CD.

Para embargar os corações, ela atacou de Canção do Mar, fado de Amália Rodrigues (1920-1999). “Somos países-irmãos vivendo a mais enriquecedora das trocas, a cultural e artística”, definiu Daniela.