Citações
Amizade, doce repouso da alma,/ Agradável crepúsculo dos corações.
Alphonse de Lamartine (1790-1869), poeta francês.
Amigo é quem, conhecido ou não, vivo ou morto, nos faz pensar, agir ou nos comportarmos no melhor de nós mesmos.
Artur da Távola (1936-2008), jornalista, político e escritor carioca.
Bebi muitos anos. Para ficar bêbado. Não posso imaginar outra razão.
Paulo Francis (1930-1997), jornalista e escritor carioca.
A embriaguez é remédio/ Aos que alma enfarada têm/ Dos baços dias de tédio
Alberto de Oliveira (1857-1937), poeta fluminense.
Há muita desgraça no meio desta retumbante alegria universal.
Dante Milano (1899-1991), poeta carioca.
Eu paguei a conta do analista para nunca mais ter de saber quem sou eu.
Cazuza (1958-1990), cantor e compositor carioca.
Sequer me habituei neste mundo, que me parece bom. Que haverei de fazer em algum outro?
Rainer M. Rilke (1875-1926), poeta tcheco-austríaco.
Não existe essa de um homem querer ser honesto – seria como um cego querendo ver.
Francis Scott Fitzgerald (1806-1940), escritor norte-americano.
A poesia transforma todas as coisas em encanto; exalta a beleza daquilo que é mais belo e acrescenta beleza ao que está mais deformado; atrela o júbilo ao horror, a tristeza ao prazer, a eternidade à mudança; subjuga à união, sob o seu suave grilhão, todas as coisas inconciliáveis.
Percy Bysshe Shelley (1792-1822), poeta e escritor inglês.
Não há posição certa na sociedade (…). A única posição que não é certa é a da intolerância.
Ruth Cardoso (1930-2008), antropóloga paulista, ex-primeira-dama do Brasil.
Será por meio do pluralismo que nós poderemos nos contrapor à uniformização global e mecânica que nos ameaça.
Miguel Reale (1910-2006), filósofo, educador e jurista paulista.
Como é inseguro o terreno em que repousam as nossas alianças e amizades, como estão próximos os temporais e o tempo feio, como é isolado o ser humano!
Friedrich Nietzsche (1844-1900), filósofo alemão, em O Livro das Citações, de Eduardo Giannetti (Companhia das Letras).
Nós fizemos/ o melhor de nossos esforços para piorar o mundo.
Eugenio Montale (1896-1981), poeta italiano.
É mais fácil renunciar a um sentimento do que perder um hábito.
Marcel Proust (1871-1922), escritor francês, em A Prisioneira.
O sentimento mais profundo sempre se mostra em silêncio.
Marianne Moore (1887-1972), poeta norte-americana.
Retira do teu poema a estridência do grito, se queres que ele tenha mais alcance e ressonância.
Aníbal Machado (1894-1964), escritor mineiro, em Cadernos de João.
É preciso olhar para além das coisas, e então talvez as compreendamos.
Franz Kafka (1884-1924), escritor tcheco, no livro Conversas com Kafka (Novo Século), de Gustav Janouch (1903-1968), compositor e escritor tcheco.
A tendência natural dos ignorantes é acreditar no falso. Para superar esse quadro não basta exibir a verdade, é preciso expor e denunciar o falso.
Henry Louis Mencken (1880-1965), jornalista norte-americano.