Citações

É uma verdade universalmente aceita que um homem solteiro, dotado de uma certa fortuna, precisa de uma esposa.
Jane Austen (1775-1817), escritora inglesa, autora de Orgulho e Preconceito.

Liberdade? Para que preciso de liberdade? Felicidade para mim consiste em amar, em pensar os pensamentos dela, em desejar os desejos dela, sem qualquer liberdade.
Lev Nikolaievitch Tolstoi (1828-1910), escritor russo.

Amor:/ Quando o silêncio a dois se torna cômodo.
Mário Quintana (1906-1994), poeta gaúcho.

O maior problema e o único que nos deve preocupar é vivermos felizes.
Voltaire (1694-1778), filósofo francês.

Mesmo a caminho da forca se deve apreciar o passeio.
Aníbal Machado (1894-1964), escritor mineiro.

O presente é turvo e árido, o futuro está oculto.
Anatole France (1844-1924), escritor francês.

A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Artur da Távola (1936-2008), político, jornalista e escritor carioca.

É como comparar maçãs com laranjas. Eles são ambos deliciosos.
Cyd Charisse (1822-2008), dançarina e atriz norte-americana, morta recentemente, sobre os também dançarinos e atores norte-americanos Gene Kelly (1912-1996) e Fred Astaire (1899-1987), com os quais contracenou.

É nos 30 que queremos ter amigos. Nos 40, sabemos que eles não nos salvarão, assim como o amor não nos salvou.
Francis Scott Fitzgerald (1896-1940), escritor norte-americano.

A juventude de hoje pensa que inventou alguma coisa. E inventou. Alardear o que faz. Só.
Paulo Francis (1930-1997), jornalista e escritor carioca.

A inveja é assim tão magra e pálida porque morde e não come.
Francisco Gómez de Quevedo y Villegas (1580-1645), escritor espanhol.

As pessoas que têm medo de perder seu lugar são eventualmente capazes de cometer algumas sujeiras.
Franz Kafka (1884-1924), escritor tcheco, no livro Conversas com Kafka (Novo Século), de Gustav Janouch (1903-1968), compositor e escritor tcheco.

Língua – instrumento contundente, cortante e perfurante, que toca rabeca.
Domiciano Leite Ribeiro (1812-1881), o Visconde de Araxá, advogado, político e escritor mineiro.

E não quer você que eu acredite na maldade humana!
Machado de Assis (1839-1908), escritor carioca.

Sua própria segurança corre risco, quando a parede do vizinho está queimando.
Horácio (65-8 a.C.), poeta latino.

Mais grave do que a ruína, do que a derrota na guerra, é a decadência moral.
Jorge Luis Borges (1899-1986), escritor argentino.

Cada palavra falada nos trai. A única comunicação tolerável é a palavra escrita, porque não é uma pedra em uma ponte entre almas, mas um raio de uma luz entre astros.
Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português.

Todas as verdades têm dois lados. Convém examinar muito bem os dois antes de se comprometer com qualquer um deles.
Esopo (séculos VII e VI a.C.), fabulista grego.

Estamos neste mundo para rir./ Já não poderemos fazer isso no purgatório e no inferno. – E, no paraíso, não seria conveniente.
Jules Renard (1864-1910), escritor francês.