Realeza / Encontro às escondidas

Primeiro e único encontro da princesa Diana com JFK Jr. teve flerte e entrada secreta

Princesa Diana e John F. Kennedy Jr tiveram um encontro memorável e secreto em Nova York no auge de suas vidas. Saiba como foi

Princesa Diana - Foto: Getty Images
Princesa Diana - Foto: Getty Images

A princesa Diana e John F. Kennedy Jr foram dois ícones da cultura pop de suas épocas. Ela era integrante de uma famílias reais mais conhecidas do mundo e ele seguia a dinastia política de sua família nos Estados Unidos. Famosos em todo o planeta, eles tiveram um encontro secreto no auge da fama, que teve até flerte discreto.

A revista People trouxe uma reportagem especial sobre os bastidores do encontro de Diana e JFK Jr em Dezembro de 1995. Naquela época, ela já estava separada do príncipe Charles e era uma das mulheres mais amadas do mundo. Tanto que JFK Jr queria que ela concedesse uma entrevista exclusiva para sua revista, chamada George. Para convencê-la, ele organizou um encontro secreto entre os dois, que a primeira e única vez em que eles ficaram frente a frente.

O caminho sorrateiro até a princesa

Em uma noite, o secretário particular de Diana, Patrick Jephson, organizou o encontro entre a princesa e o político. Ele ajudou JFK Jr a encontrar sorrateiramente pelos fundos do hotel onde ela estava hospedada em Nova York e o guiou até a suíte dela. Lá, os dois sentaram para tomar um café.

O secretário de Diana relembrou que o encontro foi um pouco secreto e que ele aconselhou Diana a não aceitar o convite para aparecer na revista. Isso porque a publicação ainda não tinha o prestígio que a imagem dela merecia. Assim, durante a conversa, Diana recusou a proposta de JFK de forma educada e sincera.

Os bastidores

O secretario Jephson ainda contou à People sobre o que sentiu ao acompanhar aquele encontro. “Senti uma vulnerabilidade nele. Quando o conheci, ele estava buscando segurança, o que é normal. Ele foi respeitoso com ela. Ela o deixou à vontade. Eles tiveram uma conversa animada e descontraída”, contou.

Inclusive, ele apontou que existiu um clima de flerte no ar. “Passei oito anos vendo pessoas que se consideravam importantes e famosas ficarem como gelatina quando apresentadas à princesa”, contou ele, e completou: “Ela era espirituosa e divertida. Havia um pouco de flerte, como ela teria com qualquer homem. Mas, por ele ser quem era, isso deu um toque especial”.

No entanto, não aconteceu nada entre os dois, que se despediram cordialmente depois do café no quarto do hotel.

Leia também: A história do rei que morreu ao ser mordido por um macaco

Tragédias que chocaram o mundo: Os detalhes por trás das mortes da princesa Diana e de John F. Kennedy Jr.

A noite fatídica em Paris que silenciou Lady Di

A morte de Diana Spencer, a eterna Princesa de Gales, completou décadas como um dos episódios mais dramáticos da cultura pop e da história da realeza. No dia 31 de agosto de 1997, Diana faleceu aos 36 anos após um violento acidente automobilístico no túnel Pont de l’Alma, em Paris, na França. A ex-esposa do então príncipe Charles estava acompanhada de seu namorado, o produtor de cinema egípcio Dodi Al-Fayed, e do motorista Henri Paul.

O grupo tentava despistar uma perseguição implacável de paparazzi que seguiam o veículo em motocicletas desde a saída do hotel de luxo Ritz. O Mercedes em que viajavam perdeu o controle em alta velocidade e colidiu fortemente contra uma pilastra de concreto dentro do túnel. Dodi Al-Fayed e o motorista morreram instantaneamente. Diana foi resgatada com vida pelas equipes de emergência, mas sofreu uma grave hemorragia interna devido a lesões no tórax e teve sua morte declarada poucas horas depois no hospital Pitié-Salpêtrière. Investigações posteriores apontaram que Henri Paul dirigia sob o efeito de álcool e medicamentos controlados.

O acidente aéreo que sepultou o herdeiro da América

Apenas dois anos após a perda da princesa britânica, os Estados Unidos reviveram o luto com a perda de seu herdeiro mais célebre. Em 16 de julho de 1999, John F. Kennedy Jr., carinhosamente apelidado pela imprensa de John John, faleceu aos 38 anos em uma queda de avião no Oceano Atlântico, próximo à costa de Martha’s Vineyard, em Massachusetts. O advogado e editor da revista George pilotava seu próprio monomotor, um Piper Saratoga.

A bordo também estavam sua esposa, Carolyn Bessette Kennedy, de 33 anos, e a irmã dela, Lauren Bessette. O trio viajava para o casamento de uma prima de John, Rory Kennedy. O avião decolou de Nova Jersey durante a noite sob condições de visibilidade desfavoráveis. Após dias de buscas intensas que mobilizaram a Guarda Costeira americana, os destroços da aeronave e os corpos das três vítimas foram localizados no fundo do mar, presos à fuselagem. O Conselho Nacional de Segurança em Transportes (NTSB) determinou que a causa provável do acidente foi erro do piloto decorrente de desorientação espacial, uma condição em que o piloto perde a noção da posição do avião em relação ao horizonte ao voar no escuro sobre a água.

Paralelos de dois mitos interrompidos

As trajetórias e os desfechos de Diana e JFK Jr. guardam semelhanças que alimentam o imaginário do público. Ambos cresceram sob os holofotes, lidaram com a pressão sufocante dos fotógrafos e tentavam construir novas fases em suas vidas pessoais e profissionais quando as tragédias aconteceram. A comoção gerada pelas mortes resultou em funerais de estado acompanhados por milhões de pessoas ao redor do planeta e consolidou os dois nomes como símbolos eternos de uma geração.

+Siga o canal da CARAS Brasil no Instagram e receba as principais notícias dos famosos em tempo real: Clique aqui para seguir!

Priscilla Comoti é editora de conteúdo do site CARAS. Ela é formada em jornalismo e em audiovisual, já passou pelos sites Contigo!, Minha Novela, TiTiTi, Mais Novela e Portal Márcia Piovesan. Escreve sobre celebridades, notícias sobre a família real britânica, TV, reality show e novelas.