Grávida, irmã de Bruna Biancardi recebe o mesmo diagnóstico de Kate Middleton
Cunhada de Neymar Jr, Bianca Biancardi surpreende ao contar diagnóstico que recebeu na gravidez, que é o mesmo que também atingiu Kate Middleton na gestação

Irmã de Bruna Biancardi e cunhada de Neymar Jr, a influencer Bianca Biancardi surpreendeu ao contar que está passando mal no início da gravidez. Ela contou há poucos dias que espera o nascimento do seu primeiro filho, fruto do casamento com Bruno Hernandes Gallegos.
Tanto que ela foi diagnosticada com hiperêmese gravídica, que é uma forma grave de náuseas na gravidez. Este diagnóstico ficou publicamente conhecido por causa de Kate Middleton, que também sofreu com a hiperêmese gravídica nas três gestações de seus filhos, principalmente na primeira delas, quando esperava por George.
Bianca falou sobre o assunto ao responder uma pergunta de fã, que quis saber se ela estava sentindo enjoo na gravidez. “Estou passando muito mal desde o início da gravidez. Muito enjoo, dor de estômago, vômitos, falta de apetite… a famosa hiperêmese gravídica”, disse ela.
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Saiba mais sobre a hiperêmese gravídica
Durante suas três gestações, Kate Middleton trouxe visibilidade mundial para uma condição médica muitas vezes incompreendida: a hiperêmese gravídica. Enquanto muitas mulheres enfrentam náuseas leves no primeiro trimestre, a Princesa de Gales precisou de hospitalização e repouso absoluto para lidar com sintomas severos que afetaram sua saúde e rotina real.
A hiperêmese gravídica não deve ser confundida com o mal-estar matinal típico da gravidez. Trata-se de uma complicação caracterizada por náuseas e vômitos persistentes e incontroláveis. Enquanto o enjoo comum costuma passar após as primeiras semanas e não impede a alimentação, a hiperêmese pode levar a uma perda de peso e causar desidratação grave.
O drama de Kate Middleton logo na primeira gravidez
O mundo soube da primeira gravidez de Kate Middleton, em 2012, de forma antecipada devido à sua saúde. A então Duquesa de Cambridge foi internada no hospital King Edward VII, em Londres, logo nas primeiras semanas de gestação do Príncipe George. A gravidade dos vômitos era tanta que ela não conseguia manter líquidos no organismo, exigindo hidratação intravenosa imediata.
Um fato comum na hiperêmese gravídica é a alta taxa de recorrência. Kate enfrentou o mesmo diagnóstico nas gravidezes da Princesa Charlotte (2015) e do Príncipe Louis (2018). Em ambas as ocasiões, o Palácio de Kensington precisou cancelar compromissos oficiais de última hora, informando que a princesa estava sendo cuidada em sua residência, o Palácio de Kensington, devido à exaustão e desidratação provocadas pela condição.
Impactos no organismo e riscos de desidratação
A condição causa um desequilíbrio metabólico perigoso. Além da desidratação, a paciente pode sofrer com a deficiência de vitaminas e desequilíbrios eletrolíticos. No caso da Família Real, o acompanhamento foi feito por uma equipe multidisciplinar para garantir que os fetos recebessem os nutrientes necessários, já que a mãe não conseguia processar alimentos sólidos por longos períodos.
Embora a causa exata ainda seja estudada pela ciência, a teoria mais aceita aponta para a reação do corpo aos altos níveis de HCG (gonadotrofina coriônica humana), o hormônio da gravidez. Especialistas sugerem que algumas mulheres possuem uma sensibilidade genética a esse hormônio, o que explicaria por que Kate Middleton e outras gestantes sofrem de forma tão aguda enquanto outras passam pela fase sem sintomas.
O uso de técnicas de hipnose e meditação
Em entrevistas posteriores, Kate Middleton revelou que, diante da dificuldade de se alimentar e do mal-estar constante, buscou auxílio na meditação e no “hypnobirthing” (hipnoparto). Essas técnicas de relaxamento e controle da respiração ajudaram a princesa a gerenciar a ansiedade e as crises de náusea, permitindo que ela tivesse um pouco mais de controle sobre o próprio corpo durante os meses mais difíceis.
O caso da Princesa de Gales serviu de alerta para mulheres ao redor do mundo. O Ministério da Saúde e órgãos internacionais reforçam que, ao notar que os vômitos impedem a ingestão de água ou alimentos por mais de 24 horas, a gestante deve buscar ajuda médica imediatamente.