Aos 51 anos, filha da fundadora da Giovanna Baby possui apartamento de 236 m² e é apresentadora e mãe solo
Com um imóvel sofisticado em São Paulo e uma trajetória marcada pela coragem, a apresentadora enfrenta a perda da mãe

A apresentadora e comunicadora Mariana Kupfer ( 51) vive um momento de profunda despedida e reflexão. A empresária Jeanette Kupfer, conhecida como Giovanna Kupfer, fundadora da marca Giovanna Baby, morreu aos 79 anos. A morte foi confirmada pela filha nas redes sociais na terça-feira (28). A causa não foi divulgada.
Mariana descreveu a mãe como uma mulher “à frente de seu tempo” e garantiu que honrará seu legado. Criada na década de 1970, a Giovanna Baby consolidou-se como uma das marcas mais populares de perfumaria e cuidados pessoais no Brasil. De fato, a trajetória de Jeanette inspirou Mariana a trilhar seu próprio caminho na comunicação, unindo o empreendedorismo materno à sua voz ativa em causas sociais e familiares.
O refúgio no Cidade Jardim: elegância e funcionalidade
Morando em um apartamento de 236 m² no bairro Cidade Jardim, em São Paulo, Mariana Kupfer transformou seu lar em um verdadeiro refúgio criativo. Em 2019, a apresentadora realizou uma reforma estratégica com a arquiteta Monise Rosa para otimizar a área social. Conforme o portal Casa e Jardim, o projeto focou especialmente nas gravações de seu programa, unindo sofisticação e praticidade. Além disso, a paleta de cores neutras e o estilo contemporâneo favorecem a iluminação necessária para os vídeos.
O imóvel abriga Mariana, sua filha Vicky e seus cachorros. A arquiteta planejou a disposição dos móveis no living e no terraço para criar ambientes de conversa, ideais para o tom intimista das entrevistas da comunicadora. Consequentemente, a casa reflete a personalidade de Mariana: um ambiente chic que equilibra a vida pública com a intimidade familiar.
Maternidade Independente: a missão de “AMAR”
Atualmente, Mariana Kupfer destaca-se como uma das vozes mais respeitadas no Brasil sobre maternidade solo. Em seu programa no YouTube, o “AMAR – Maternidade e amor”, ela recebe especialistas para desmistificar a fertilização e os desafios de criar filhos sozinha. Essa jornada começou aos 34 anos, quando Mariana optou pela produção independente através de inseminação artificial. Posteriormente, ela detalhou todo o processo com honestidade em seu livro Eu, Mãe e Pai.
A escolha de Mariana surgiu de um desejo latente de ser mãe, mesmo sem um parceiro naquele momento. Durante o processo, ela buscou no doador características que admirava em seu próprio pai. Todavia, a gestação trouxe desafios físicos, como a hiperêmese gravídica. Mesmo diante das dificuldades, a apresentadora celebra a decisão diariamente. Hoje, ela utiliza sua experiência para acolher outras mulheres que desejam realizar o sonho da maternidade de forma independente.
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