Venda milionária em Nova York reposiciona fortuna de brasileira em mansão de US$ 10 milhões na Califórnia
Ao se desfazer de uma cobertura em Manhattan, modelo concentra patrimônio em mansão de luxo à beira-mar avaliada em cerca de R$ 54 milhões

A recente venda de uma cobertura de luxo em Nova York por US$ 2,75 milhões (cerca de R$ 14,5 milhões) marca uma virada estratégica no portfólio imobiliário de uma das brasileiras mais bem-sucedidas no exterior. Com isso, o movimento aponta foco, liquidez e reposicionamento patrimonial em um mercado ainda mais valorizado: o litoral da Califórnia.
Mais do que uma simples transação, a negociação deixa claro um plano bem definido. Ou seja, a concentração de ativos passa a priorizar imóveis que unem uso pessoal, proteção de capital e valorização em dólar.
A venda da cobertura em Manhattan e o lucro em dólar
O imóvel negociado fica em Murray Hill, uma das áreas mais tradicionais de Manhattan. Comprada em 2005 por US$ 1,88 milhão, a cobertura funcionou por anos como um verdadeiro “caixa eletrônico de luxo”.
Antes da venda, a unidade de 149 m², com terraço privativo e vista para o skyline sul da cidade, era alugada por valores que superavam R$ 60 mil mensais. Além disso, o projeto assinado pelo arquiteto brasileiro Arthur Casas ajudou a sustentar o alto valor de mercado ao longo do tempo.
Assim, ao fechar a negociação por US$ 2,75 milhões, a proprietária não apenas realizou lucro. Ao mesmo tempo, converteu um ativo urbano em liquidez imediata.
Quem é a brasileira que reposicionou o patrimônio
A movimentação foi feita por Alessandra Ambrósio, modelo brasileira com carreira consolidada no mercado internacional. Ao longo dos anos, ela dividiu sua rotina entre Nova York e Los Angeles.
No entanto, com o tempo, a empresária passou a centralizar sua vida — e seus investimentos — na costa oeste dos Estados Unidos. Por isso, a venda da cobertura surge como um ajuste natural de portfólio.
O novo centro da fortuna fica em Santa Monica
Com a saída de Nova York, o eixo patrimonial de Ambrósio passa a girar definitivamente em torno de Santa Monica, na Califórnia. É lá que está sua principal joia imobiliária: uma mansão em estilo colonial espanhol avaliada em US$ 10 milhões, o equivalente a cerca de R$ 54 milhões.
Enquanto o imóvel de Manhattan funcionava como refúgio urbano, a mansão californiana aposta em outro conceito. Nesse caso, o destaque é o coastal chic, estética que privilegia integração com áreas externas, iluminação natural e privacidade.
Além disso, esse tipo de mansão apresenta baixa volatilidade e alta demanda entre compradores internacionais. Consequentemente, o investimento ganha força como ativo de longo prazo.
Arquitetura e exclusividade da mansão
Ao contrário das mansões excessivamente ostentosas de Beverly Hills, a residência aposta em sofisticação discreta. O estilo coastal chic combina leveza, conforto e conexão com o entorno natural.
Grandes painéis de vidro aproximam interior e exterior. Com isso, os ambientes parecem mais amplos e fluidos. Além do impacto visual, essa escolha arquitetônica aumenta a percepção de exclusividade, fator decisivo no mercado de mansões de luxo à beira-mar.
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