Flávia Alessandra recorda primeiro sintoma da menopausa: ‘Eu não sabia’
A atriz Flávia Alessandra contou que descobriu o início da menopausa após notar um sintoma desconhecido por ela nesta fase

A atriz Flávia Alessandra abriu o jogo ao falar sobre a chegada da menopausa em sua vida. A artista, de 51 anos atualmente, revelou que descobriu o início desta fase após notar a chegada de um sintoma até então nunca enfrentado por ela: a insônia.
De acordo com Flávia, ela não possuía muito conhecimento sobre o assunto e, após o alerta, passou a pesquisar mais a respeito dos sintomas. “Eu não sabia, eu ainda falei pra doutora, sabe como que eu tive conhecimento que eu estava entrando na menopausa? Insônia!“, relatou ela em um vídeo publicado nas redes sociais.
“Eu comecei a ter uma insônia e falei ‘Que isso? Nunca tive insônia. O que está acontecendo?’. Aí comecei a pesquisar“, completou a famosa, explicando que poderia se sentir ainda melhor caso possuísse mais conhecimento sobre o assunto antes da chegada da menopausa em sua vida.
Em seguida, Flávia Alessandra ressaltou a importância de falar abertamente a respeito do tema: “Que bom que de dois anos pra cá, passamos a falar de menopausa. Os sintomas vieram à tona, porque na minha cabeça eram só os calores. Mas não! É uma série de sintomas que a menopausa pode ter. Tem tanta coisa para saber e a gente se preparar para a chegada dela“, declarou a atriz, por fim.
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Outros sintomas sentidos por Flávia Alessandra
Em entrevista recente à revista ELA, Flávia Alessandra falou um pouco sobre os sintomas sentidos no início da menopausa. De acordo com a atriz, ela passou a ter insônia após a chegada dos 50 anos. Um incômodo no ombro também acendeu um alerta na artista.
“Curiosamente, uma dor esse ano que eu sentia no ombro e achava que era por conta do costeiro que usei no desfile de Carnaval como musa do Salgueiro também era um sintoma da menopausa, algo chamado de síndrome do ombro congelado”, relatou ela.
“Achamos que menopausa é só ‘calor’, mas o corpo muda de tantas formas… Desde então, passei a estudar, ler muito, conversar com médicas e outras mulheres. E percebi que falar sobre isso é quase um ato político. A gente precisa tirar o peso e o silêncio dessa fase“, acrescentou Flávia Alessandra.
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