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Virginia Fonseca é criticada ao expor fala de Maria Flor na terapia: o que aconteceu?

Influenciadora Virginia Fonseca se divertiu com a preocupação estética da filha de 3 anos, mas internautas apontaram excesso de exposição de momento íntimo

Virginia Fonseca e Maria Flor - Foto: Instagram

A influenciadora Virginia Fonseca (26) viu seu nome envolvido em uma nova discussão nas redes sociais nesta semana. O motivo foi um relato compartilhado pela apresentadora do SBT sobre uma sessão de psicoterapia de sua filha do meio, Maria Flor (3). O que era para ser um vídeo divertido sobre a personalidade da criança acabou gerando uma onda de críticas sobre exposição e imagem corporal na infância.

A polêmica começou quando Virginia detalhou a resposta inusitada da filha à psicóloga. Segundo a empresária, a profissional tentou investigar os sentimentos da menina perguntando: “Florzinha, como está o seu coração?“. A resposta de Maria Flor, no entanto, foi física e direta: “Lanchei demais e estou me sentindo barriguda”.

Qual a reação de Virginia?

Longe de ver problema na fala, Virginia achou graça da situação e admitiu, em conversa com uma amiga, ver sua própria personalidade refletida na herdeira.

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Gente, essa criança sou eu! Eu juro! Ela falou: ‘Lanchei demais, estou barriguda’. Cara, como pode? Ela tem três anos, cara! Não tem como! Com seis anos, essa criança vai estar uma águia!”, se surpreendeu a mãe coruja no vídeo publicado.

Repercussão negativa na web

Apesar do tom de humor adotado pela influenciadora, a repercussão tomou outro rumo. O vídeo viralizou em plataformas como o TikTok, onde usuários levantaram debates sobre a privacidade das sessões terapêuticas e a preocupação precoce com a estética.

A postura de Virginia foi alvo de comentários duros. “Que triste! Uma mãe expondo a avaliação psicológica da sua filha”, observou um internauta. Outro seguidor foi irônico ao criticar a falta de sigilo: “Achei incrível a Virginia divulgar o que foi dito em terapia!”.

Houve ainda quem alertasse para a gravidade da fala da criança sobre o próprio corpo. “Não é normal uma criança falar isso. O pior é acharem engraçado”, protestou um terceiro usuário, preocupado com a naturalização de pressões estéticas na primeira infância.

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GABRIELA CUNHA é jornalista graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Especialista em entretenimento, atua na cobertura editorial de televisão, celebridades e comportamento, com foco em notícias e análises