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Debora Ozório comenta desafios sobre o novo formato de novela vertical da Globo

Há poucos dias da estreia, Debora Ozório compartilha bastidores do formato e fala sobre Paula Magalhães, sua primeira protagonista

Paula Magalhães (Débora Ozório) - Foto: Globo / Fabio Rocha
Paula Magalhães (Débora Ozório) - Foto: Globo / Fabio Rocha

A atriz Debora Ozório vive um momento especial em sua carreira e divide essa experiência com o público às vésperas da estreia de Tudo Por Uma Segunda Chance, a primeira novela vertical produzida pelos Estúdios Globo. A obra chega no dia 25 de novembro às redes sociais da emissora e marca a estreia da atriz como protagonista.

Nos bastidores da produção, Debora conversou sobre o processo de construção de Paula Magalhães, sua personagem na trama. Segundo ela, o envolvimento começou cedo e foi marcado por expectativa e responsabilidade, já que este é seu papel de maior destaque até agora.

Debora Ozório comenta quem é Paula Magalhães na história

Debora descreve Paula como uma jovem movida por afeto e determinação. “A Paula é uma menina apaixonada e apaixonante. Ela é doce, mas ela é forte, luta pelo que ela quer e, enfim, vai tomar uma facada pelas costas perigosa. Mas eu não sei, vamos ver se ela vai deixar por isso mesmo, o que que ela vai fazer, como ela vai reagir”, afirmou.

A atriz também revisita o momento em que recebeu o convite. “Eu recebi o convite através de uma ligação do Adriano [Melo, diretor], gravamos um piloto, uma prévia desse projeto, e a gente aguardou esse projeto ser aprovado, ser entendido para colocar em prática. Fiquei muito feliz, muito honrada, entregando tudo de mim”, contou.

Na história, Paula está prestes a se casar com Lucas Trajano, interpretado por Daniel Rangel, herdeiro de uma grande fortuna. O romance, no entanto, desperta a inveja de Soraia, personagem de Jade Picon, amiga de infância do casal que nutre sentimentos secretos pelo noivo.

Novo ritmo e novo formato

Ao falar sobre o ritmo acelerado do microdrama, Debora comenta que o formato faz diferença na experiência do público: “Quando eu estou envolvida, eu quero logo maratonar, quero saber o que vai acontecer. Principalmente tendo o formato que a gente está trabalhando, as coisas acontecendo de uma forma rápida, te deixando preso, tendo gancho atrás de gancho”.

Em sua avaliação, o formato vertical exige adaptação de toda a equipe e dos atores. “É realmente um novo formato. A gente tem que entender e ver tudo na vertical. Tem uma sutileza, tem uma linguagem, é realmente uma descoberta para todo mundo”, disse.

Debora reforça que a dinâmica curta dos capítulos impõe um ritmo distinto das novelas tradicionais. “Não é uma gravação de novela que a gente está mais habituado, de novelas longas, que a história acontece de outra forma. Então tem outro ritmo, outro corte, outro tempo. É muito interessante, e é um desafio, porque a gente está entendendo tudo isso na prática”, completou.

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Izabella Nicolau é repórter de conteúdo do site CARAS. Formada em jornalismo, já passou por sites como Observatório do Cinema e Ultraverso. Escreve sobre cultura, entretenimento e celebridades.