Após assalto, psicóloga analisa impacto emocional vivido por Gracyanne Barbosa: ‘Vulnerabilidade’

À CARAS Brasil, psicóloga explica como o trauma e a dor física da recuperação aumentam a sensação de vulnerabilidade enfrentada por Gracyanne Barbosa

Após assalto, psicóloga analisa impacto emocional vivido por Gracyanne Barbosa: 'Vulnerabilidade'
Após assalto, psicóloga analisa impacto emocional vivido por Gracyanne Barbosa: 'Vulnerabilidade' - Reprodução/Instagram

Na madrugada dessa quinta-feira, 16 de outubro, Gracyanne Barbosa passou por uma situação muito difícil. No Rio de Janeiro, a musa fitness e a irmã, Bárbara Jacobina, foram abordadas por criminosos armados em um posto de gasolina.

Ao portal LeoDias, Gracyanne contou detalhes de como tudo aconteceu. Segundo a ex-participante do Dança dos Famosos, os assaltantes apontaram armas para ela e a irmã. A famosa também revelou que os homens puxaram seu cabelo para que ela saísse do carro.

“Foi um susto enorme. Quando minha irmã foi entrar no carro, o assaltante já entrou junto com ela apontando a arma para a cabeça dela. Ele me puxou pelo cabelo, mas eu não consegui descer por causa da perna”.

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O impacto psicológico do assalto

A CARAS Brasil conversou com a psicóloga Letícia de Oliveira e pediu para quea profissional analisasse o caso de Gracy.

Segundo Letícia, durante um assalto, principalmente quando tem violência física, como foi o que aconteceu com a Gracyanne, o corpo entra em um modo de sobrevivência. O sistema nervoso libera adrenalina e cortisol. Depois do assalto e que o perigo passa, a pessoa pode entrar em um colapso.

“Uma sensação de irrealidade, despertencimento, como se aquilo não tivesse acontecido com ela, crise de choro, bloqueio… ela pode desenvolver transtorno de estresse pós-traumático, que é bem comum para quem passa por assalto, fica com medo de ficar sozinha, fica muito em alerta todas as vezes que está na rua, exposta, vulnerável”

“No caso da Gracyanne, isso se soma à dor física que ela já sentia da lesão e ao susto. Ela estava em recuperação, ainda mais vulnerável por causa da dor da recuperação da perna, o que a impossibilitada de reagir, de correr, de alguma forma se defender. Então, veio junto aí uma sensação de vulnerabilidade e sensação de impotência”, completa.

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Dra. Leticia de Oliveira é psicóloga comportamental (CRP SP: 0695130) com referência em Análise comportamental. É fundadora do Núcleo Letícia Oliveira, ao qual presta atendimentos multidisciplinares, com foco na saúde e cuidado do corpo e mente. Atuou como psicóloga consultiva no programa “É De Casa”, da Rede Globo, e ao longo de sua carreira, já ajudou milhares de mulheres a conquistarem o controle de suas moções e terem uma leve e feliz om seus treinamentos e consultas.