Médica fala sobre doença sem cura de Dani Moreno: ‘Exercícios de alongamento e posturais’
Médica fisiatra explica à CARAS Brasil quais são os cuidados necessários para tratar a doença diagnosticada em Dani Moreno

Recentemente, Dani Moreno concedeu uma entrevista emocionante à CARAS Brasil. Com 40 anos, a atriz precisa conviver com a espondilite anquilosante, uma doença crônica, autoimune e degenerativa.
“Primeiro neguei, depois perguntei: ‘Por que comigo?’. Só depois aceitei e fiz as pazes com ela. Não é um diagnóstico agradável de receber. Tem tratamento, mas não tem cura”.
Para burlar a doença, Dani comentou que adotou um estilo de vida saudável, com uma alimentação super equilibrada: “Minha qualidade de vida melhorou. Acordar sem dor não tem preço”.
A espondilite anquilosante é uma condição inflamatória crônica que afeta a coluna vertebral e outras articulações.
O que é a espondilite anquilosante?
Para entender um pouco mais sobre a doença, a CARAS Brasil conversou com a médica fisiatra Dra. Regina Fornari Chueire. A profissional explicou que o mais importante é o diagnóstico precoce dessa dor lombar. “Antigamente, era mais comum ser diagnosticada uma prevalência maior no sexo masculino”.
A médica deu alguns detalhes sobre o diagnóstico: “Em exames laboratoriais. Quando uma mulher apresenta esse quadro, passa batido para muitos médicos, porque ainda são aqueles que pensam que só homens têm a doença, mas a gente sabe que tem aumentado o número de mulheres com esse diagnóstico”.
Como é feito o tratamento?
“Uso de analgésicos importantes, alguns produtos imunobiológicos prescritos por reumatologistas e o mais importante: um programa de reabilitação para manter as suas articulações, especialmente na região lombar, livres. Exercícios de alongamento e posturais e o uso, também, de equipamentos eletroeletrônicos utilizados por fisioterapeuta para analgesia do paciente”, explicou.
Para finalizar, a Dra. Regina disse que os cuidados envolvem exercícios de alongamento e fortalecimento. Assim, de acordo com ela, as deformidades serão prevenidas.
“[Quem tem a doença] pode engravidar e não há interferência nas práticas sexuais”, completou.
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